Outono (fall) é a queda: hora de deixar

Outono é a queda (fall).

Queda das folhas velhas, queda das flores murchas, queda dos frutos maduros.

Quando Perséfone é raptada para as sombras e para a solidão.

Quando tudo o que ficou velho e não nos serve mais tende a se soltar de nós, assim como as folhas caem e deixam as árvores só na estrutura, assim como os frutos caem e alimentam a outros.

Há algo caindo em você? O que está difícil de segurar.

Se você resistir a soltar, vai se esgotar porque não tem como lutar contra a natureza que, agora, é de desapegar.

Além disso, não há o que temer pois só cai o que não te serve mais. Deixe cair…

Só assim você vê melhor a sua estrutura.

Se você se apega à fantasia de que ainda existe o que já partiu, vai sofrer com a loucura da perdição. Vai sustentar folhas secas só pra parecer íntegra e não se mostrar vulnerável aos outros…

Mas se você encara a realidade da queda, vai encontrar conforto no desapego que não é perda, é leveza e o único caminho para seguir a caminhada para nascer de novo em breve.

Eu caio todos os anos. Tô sempre pra baixo quando chega o meu aniversário em abril.

Sinto essa queda até o inverno, quando já conformada dentro da caverna, encontro o abraço caloroso de Leão.

Eu caio em mim, caio em solidão e deixo cair tudo o que já não faz mais sentido na minha vida porque eu já sei que o sofrido é reter.

Entretanto, eu aprendi a escolher como viver essa queda.
Em 2020 eu escrevi um livro, o Desafio do Desapego, pra aprender a reinar no escuro, como a Perséfone e ter energia pra sempre retornar pra cima.

E, nesse ano, eu te convido para uma imersão na queda rica e profunda ao fundo do seu EU.

Para visualizar com a ajuda da natureza suas tramas sombrias e descobrir as suas sementes pra germinar e te elevar assim que o tempo da subida chegar.

As cores se vão do horizonte para serem encontradas dentro de nós.

Como a Perséfone, você vai saber ir às sombras e voltar à luz. Viver essa dualidade com mais fluidez e sabedoria e acolher suas sementes que vão gerar abundância quando a fase de subir chegar.

Pra deixar cair seus padrões disfuncionais profundos e descobrir suas sementes dentro da carne do seu fruto, clique abaixo.

Amar “demais” não existe | O mito do amor seletivo

“Amor é amor a nada; feliz e forte em si mesmo.” (Drummond)

Para desconstruir as barreiras que te separam do amor, clique abaixo:

#sejaamada #quebreospadrões #mulheresqueamamdemais #complexodeinferioridade #mitodoamorromântico

Você é ator ou um mero ESPECTADOR da sua própria vida?

Grande parte da vida das pessoas foi reduzida não só pelas escalas de trabalho insanas, mas por conta das telas.

Milhões ou até bilhões de pessoas vivem, hoje em dia, reduzidas a um estado de meras espectadoras, assistindo às telas em torno de 6 horas por dia.

O que significa que durante 1/4 da sua vida você não está vivendo, está só vendo outras pessoas viverem, outras pessoas jogarem, outras pessoas se divertirem, viajarem, etc

Você assiste a jogos de futebol em que milhões de pessoas estão assistindo e apenas 18 pessoas estão jogando. E ainda tem as lutas, programas de tv, vídeos da internet no feed sem fim e os streamings, com novos filmes e séries a todo momento. E a mesma coisa de novo: você é somente uma espectadora.

Se você observar na vida à sua volta você vai ver que em todo lugar as pessoas foram reduzidas de serem ativas, participantes, em passivas, receptivas apenas e nada criativas.

Este tipo de vida não pode trazer alegria.

Você não está vivendo, você está evitando viver.

Por isso é que além de recomendar que você evite ao máximo o uso de telas, que reduza ao que é realmente essencial pra você, e esteja com sua atenção o máximo de tempo onde o seu corpo está, eu quero te propor um novo hábito:

O de escolher melhor os filmes e séries que você assiste porque o seu tempo é precioso, mas, além disso, de interagir com eles, em vez de apenas consumi-los como qualquer coisa processada que você usa apenas pra amortecer suas emoções ou pra te fazer escapar da vida.

Como? Através da CINETERAPIA.

E pra isso, eu, Marí Fernandez, jornalista, psicoterapeuta e especialista em narrativas televisuais te convido para a NARCFLIX, onde você vai sair da postura consumidora passiva ao assistir seus filmes e séries, aproveitando o papel terapêutico das melhores telenarrativas e se divertir muito mais, numa sala com pessoas como você que não abrem mão de um bom entretenimento, mas que também não abrem mão da vida!

Clique abaixo para conhecer o streaming em que você participa de forma ATIVA, com análise, diversão e cineterapia.

Contato zero te protege, mas é a OBEDIÊNCIA ZERO que te faz prosperar

Não adianta cortar contato com pais controladores. Para viver em abundância é fundamental parar de obedecê-los.

“Mas Mari, eu ajo completamente diferente do que eles gostariam que eu agisse.”

Mas e como você se sente?

Mas e o que eles veem de você?

Por que você se boicota?

Quando uma filha de pai ou mãe controlador se afasta, contraria as ideias dos pais, vive diferente das vontades deles, eles não desejam que ela se realize.

E isso não é por mal, é apenas por inconsciência, porque a filha é pra eles um espelho que deve refletir somente o que eles querem ver, ou seja: tudo o que fortaleça suas fantasias de superioridade.

Desobedecendo-os, ela não pode se dar bem porque isso significaria que eles estariam abaixo e contrariaria a crença de que são os donos da razão.

“Mas Mari, isso é ser ruim, querer ver a filha deles mal!”

Não chega a ser ruindade, é mais uma falta de empatia. Como, pra eles, a filha é apenas uma extensão deles, o problema está em ela querer ser separada deles, bastando que retorne a ouvi-los para parar de sofrer.

Afinal, “quem mandou ser rebelde?”

Esses pais rechaçam qualquer ameaça à sua ilusão de controle, porque o MEDO deles, de aceitar a realidade é muito grande.

O problema, no entanto, não são eles, é VOCÊ… sempre:

Percebendo que seus pais não desejam que você se dê bem por tê-los contrariado, você, filha de pai, mãe, ou ambos controladores trata de OBEDECÊ-LOS, sabotando a si mesma.

Mesmo cortando contato, mesmo sumindo do mapa, mesmo buscando agir conforme suas próprias vontades, a filha de pais controladores que não se desapegou do desejo de ser amada por eles, vai tratar de se dar mal para não romper a bolha da fantasia dos pais e continuar sendo alguém no mundo deles. Não mais a filha obediente, mas a ovelha negra, pra continuar sendo a filha deles e recebendo seu afeto, nem que seja somente através de críticas.

A crença-base por trás dessa personagem que vive se dando mal e sabotando a própria realização, – muitas vezes, sem nem perceber – é o seguinte absurdo:

SE EU FOR FELIZ, NINGUÉM IRÁ ME AMAR

Ou pode ser ainda pior: se eu for feliz, quem eu amo será infeliz. O que é potencialmente sabotador para uma pessoa empática.

“E como eu faço pra desistir desse afeto e poder viver a minha vida do meu jeito e com abundância?”

Primeiro observando a existência desse desejo e observando as consequências que ele acarreta na sua vida.

É ele que faz você se sabotar para dar razão aos seus pais e se sentir próxima deles (mesmo que já nem estejam mais nesse plano).

Primeiro, constatando a sua responsabilidade pela sua própria infelicidade.

E, em segundo lugar, aproveitando a oportunidade de apreender essa personagem que precisa morrer para que você possa nascer pra sua vida de verdade, mapeando e desativando todos os seus padrões disfuncionais e liberando caminho para a sua própria abundância.

Quando? Na próxima semana.

Onde? Comigo no Meet.

Agende rapidinho sua 1ª sessão na imagem abaixo pois há poucas vagas.

O problema do BURNOUT autista não se resolve com psicoterapia ou medicação

Burnout autista: um problema bio-sócio-econômico e de justiça social que merece muita atenção

Embora o #burnout ocupacional seja parte da classificação internacional de doenças (CID) e considerado uma doença associada ao trabalho, os profissionais de saúde mental como psicólogos e psiquiatras pouco podem fazer para curar esse estado de esgotamento físico e mental.

+Quando o indivíduo atinge o estado de esgotar todos os seus recursos, o sistema social, econômico e de justiça falharam de alguma forma.

+O BURNOUT AUTISTA traz uma camada a mais que geralmente refere-se a meses ou anos de necessidade de apoio e adaptações razoáveis não atendidas. O autista em Burnout carrega uma trajetória de viver ignorando o seu próprio sistema neurobiologico, viver mascarando e tendo seu funcionamento atípico invisibilizado.

Autistas de menor nível de suporte e autistas com dupla excepcionalidade (AH/SD) são constantemente invalidados enquanto pessoas com deficiência.

Com apoios e acomodações razoáveis negadas e tendo destacadas apenas suas capacidades, eles vivem no limite até que sua máquina (o cérebro) começa a hiper aquecer e a desligar involuntariamente.

O autista então não consegue mais mascarar, ele adoece, se torna ainda mais sensível a estímulos emocionais, sensoriais, sua tolerância se reduz, ele se recolhe para se proteger, ele se isola, tem mais shutdowns e geralmente busca ajuda pois tem consciência do seu estado.

O que esse autista quer é acomodações. Ele quer respeito. Quer políticas públicas, quer que a lei seja cumprida. Um psicólogo não pode oferecer isso. Um psiquiatra também não. Não há medicamento para o burnout.

É preciso olhar de frente para essa epidemia que está acontecendo. Para grande quantidade de pessoas que estão perdendo habilidades por exaustão.

Não podemos tratar problemas políticos sociais e econômicos como se fosse apenas um problema que pode ser resolvido em terapia ou fármacos.

É preciso o direito ao descanso, ao lazer, adaptações no trabalho, respeito ao funcionamento neurobiologico de cada indivíduo, reconhecimento de questões de gênero que se sobrepõem muitas vezes a deficiência nos atendimentos de saúde e da justiça e, diante do adoecimento, redução de barreiras para o acesso ao auxílio por incapacidade temporária (atualmente o INSS é uma verdadeira corrida de obstáculos impossível para quem já está em estado de esgotamento).

Texto e ilustração: Luciana de Oliveira @luciana_menddonca CRP 19001845

Quem se faz de LESA tem um único objetivo: LESAR | A polêmica entre Luana e Virgínia

Luana Piovani, uma pessoa pública com muita atuação em casos de abuso, especialmente contra mulheres e crianças e que foi especialmente crítica com a assassina de Miguel, Sari Corte Real, compartilhou um vídeo com o depoimento de Juliana Prates, que relata a morte do irmão em decorrência do vício em apostas, e marcou Virginia Fonseca na publicação – a influencer mais seguida do Brasil e publicizadora de Bets.

Na legenda do vídeo repostado, a atriz escreveu a frase: “Virginia, a maldição vai colar em você, resvalará nos seus filhos, dinheiro de sangue, endemoniado”.

Para bom entendedor, o que Luana quis dizer é que esses milhões que Virginia ganha divulgando apostas que acabam com a vida das pessoas é um dinheiro maldito, pois vem de pessoas que perdem suas vidas pelo vício.

Entretanto, a resposta de Virginia, vem em vídeo, com lágrimas invisíveis contidas por suas unhas impecáveis, e com o seguinte texto vitimizante:

“Estava ali jantando com meus filhos e vi essa merda. Fico indignada, não consigo entender como o ser humano fala uma coisa dessa. Por quê? Essa mulher tem sei lá, 2 filhos, 3 filhos. Como que ela fala dos filhos de outras pessoas. Crianças de 4, 3 e 1 ano. Você quer falar de mim você fala. O que você quiser, como você sempre falou. “Está repreendido em nome do Senhor Jesus Cristo toda essa maldição que essa mulher joga sobre meus filhos!”.

Numa publicação seguinte, revelou que iria processar Luana: “Agora vamos resolver na Justiça, falar de mim? Ok, agora dos meus filhos: Chega. Cansei”

Não é falta de cognição essa resposta de Virginia, é oportunismo, falta de caráter. É se aproveitar da reação ao abuso cometido para se portar como vítima, aparecer na mídia e fazer ainda mais dinheiro.

Não é sobre os filhos dela, é sobre ela se fingir de ofendida para reforçar a imagem de mãe devota, religiosa, sem sequer tocar no assunto que gerou a crítica.

Nenhuma palavra sobre as bets que divulga. Nem um pio. Nada. Apenas uma performance narcísica de quem se importa mais em vender uma imagem consumível e, através dela e da reputação “cristã” – que tanto seduz os crentes inconscientes – gerar venda de seus produtos e muito mais contratos com quem pagar seu cachê ou comissão, não se importando se isso causa a ruína ou a morte de outros cidadãos. O que apenas prova seu desprezo pela vida alheia.

Quem poupa o lobo, sacrifica as ovelhas

Até quando iremos admirar quem conquista sucesso, dinheiro, status na sociedade, independente do mal que faz pra isso?

Até quando vamos admirar quem atinge os mais altos padrões de beleza mas que não ter a menor beleza na alma?

Até quando vamos dar palco pra quem lucra com a morte alheia?

Sem palco para abusadores

Após a cena da garota propaganda de jogos de aposta, Luana se pronunciou para desfazer a distorção que a péssima atriz queria propagar:

“Existe uma diferença enorme entre desejar o mal e apontar as consequências dos atos de quem ganha dinheiro destruindo a vida dos outros. Quando alguém paga pelas próprias atitudes, as consequências inevitavelmente alcançam quem está ao redor, mesmo que indiretamente. Isso não é desejo de mal, é realidade. A fala pode ser muito dura, mas é um chamado para a responsabilidade. Se um traficante for preso, os filhos dele também não serão impactados por isso? Isso é jogar praga ou dizer o óbvio?”, encerrou.

Envie esse texto pra quem ainda perde a própria vida seguindo essa predadora em pele de mãe zelosa.