Você precisa “matar” seus pais se quiser ser você mesmo, animar-se e prosperar

Eu sei, eu sei que nessa terra de ninguém que é a internet você tem ouvido muito que você tem que tomar seus pais (como se isso fosse um verbo pra se usar assim).

Sei também que você ouve, desde que se entende por gente que tem que respeitar seus pais, muito mais que isso, que você tem que honrá-los.

E eu concordo, só não concordo com a interpretação que vem embutida nisso, que não tem nada a ver com o conceito de respeito ou de honra.

VAMOS REVISÁ-LOS?

Então, sobre o respeito real, vai aqui a real:

NÃO É POSSÍVEL RESPEITAR QUEM NÃO TE RESPEITA.

É possível obedecer, submeter-se, compadecer-se, whatever, não respeitar.

Isso porque o respeito só se estabelece numa via de mão-dupla, num vínculo saudável.

Quando só um respeita, o que ocorre é uma relação de idolatria ou de autoritarismo, não de respeito.

“Você me respeite, eu sou seu pai / sua mãe!!”

Respeito não se exige, ele existe quando ele ocorre por si mesmo e pelo outro também. Em qualquer tipo de relação.

Agora sobre o tão reclamado “Honrar Pai e Mãe”:

SÓ É POSSÍVEL HONRAR POR INTEIRO, NÃO UMA PARTE APENAS .

Ninguém pode ser dividido. Uma mulher não pode ser dividida entre profissional, mãe, companheira, ou irá sofrer.

Da mesma forma, você não pode honrar apenas uma parte do outro, porque ele é um ser inteiro.

Se você fizer isso estará em negação da realidade, não estará aceitando o outro como ele é, muito menos o honrando.

Porque honrar é muito mais do que simplesmente aceitar, honrar alguém é REVERENCIAR esse alguém, é louvar sua existência.

E isso não dá pra ser feito com sinceridade se você tem sentimentos negativos ou ambivalentes pela pessoa em questão.

Se não há aceitação total do outro, não é possível honrá-lo.

“Mas como é que eu faço, então, se não consigo respeitá-los nem honrá-los por inteiro?”

“Eles não são perfeitos! Eu também não sou… tenho que aceitá-los.”

“Mas eu tinha que respeitar a hierarquia, o lugar deles na nossa família!”

“Eu tenho que perdoá-los mas não consigo!”

Tenho que isso, tenho que aquilo… são tantas crenças que você engoliu que o amor só encontra barreiras, e não caminhos para fluir e fazer você encontrar alegria e prosperar.

A verdade é que você NÃO TEM QUE NADA. Você é um ser humano livre para escolher o que quiser.

Contudo, a única forma de você se libertar é através do encontro com a verdade, e não entrando num sistema de crenças qualquer, vendido como solução.

Tá pronta pra sair da fantasia e acessar a possibilidade de se realizar?

Agora é que vem a polêmica mais velha do que andar pra frente: “mate-os”, “mate” seus pais.

Há um ditado zen que diz o seguinte:

“Se você encontrar o Buda no caminho, mate o Buda.”

E há uma frase de Friedrich Nietzsche, no prólogo de Ecce Homo, que diz algo parecido:

“Paga-se mal a um mestre, quando se continua sempre a ser o aluno.”

Então, não estamos falando de nada perverso por aqui, muito pelo contrário.

Matar simbolicamente é matar a ideia de superioridade deles, ou a ideia do que você gostaria que eles fossem. É matar a autoridade que seus pais ainda possam ter sobre você.

Só assim você poderá se desapegar deles e libertar a si mesma para ser quem você é e crescer. E só assim você poderá amá-los de verdade.

Para isso acontecer é importante reconhecer o que eles lhe fizeram de mal – por pura inconsciência mesmo. É importante reconhecer a totalidade do que passou, não simplesmente os motivos de gratidão.

Só reconhecendo as sombras deles e as suas dores provenientes da sua relação com eles – sejam elas de faltas ou excessos – é que você poderá encontrar as suas feridas não curadas e curá-las. Encarando a verdade do que foi e do que há.

Em seguida, é o momento de mapear os padrões disfuncionais gerados a partir disso que não passou e desconstrui-los ; para você poder se reconectar à sua fonte interna de amor, relacionar-se com fluidez e expressar sua potência no mundo.

Se você quiser ver seus pais como são, desapegar-se de qualquer desejo que você tenha sobre eles e estar liberada para ser quem você é e PROSPERAR, eu tenho um caminho pra você. Conheça ele assistindo a vídeo-aula do Programa A.M.A.D.A.

Não pagar pensão pra criança é fácil, quero ver é fugir do Leão

Ter a vida pausada por até 3 meses ou ter a vida pausada até pagar a dívida? O que você acha que força mais os genitores que abandonam financeiramente os filhos a pagarem pensão de alimentos? A experiência de vários países revela.

Hoje, no Brasil, quando o genitor que não mora com a criança não lhe paga a pensão alimentícia, é a própria criança quem mais sofre enquanto o processo corre. Na maioria das vezes, a genitora que tem a guarda da criança – quase sempre a mãe – é quem paga a conta do mercado, da moradia, da farmácia, do transporte, sendo que, na maioria das vezes, não tem possibilidades de suprir suas necessidades da melhor maneira, assistindo ao filho de forma insuficiente e às custas da própria sobrecarga.

O Lugar da Esperança (2023) é um excelente filme que retrata a luta de uma mãe solo após se separar de seu marido abusivo

O pior, no entanto, é que mesmo após chegado ao fim do processo e determinado o valor da pensão com a determinação de seu pagamento sob pena de penhora ou prisão do devedor, milhões de crianças ficam sem receber suas parcelas – na maioria das vezes, uma quantia mísera – tanto porque os devedores, facilmente, se livram da penhora, tirando o que têm do nome, quanto porque passaram a não temer uns dias de “folga” na prisão.

E por que isso diz respeito a você que nem filhos tem ou tem mas é responsável por eles e não vive essa realidade diretamente? Porque, no Brasil, metade das mães brasileiras são solo, 69% das mulheres no país têm ao menos 1 filho, 18% delas estão desempregadas e 44% sobrevivem com até R$ 1.212 por mês. Ou seja: você vive, mesmo sem escolher por isso, numa sociedade em que metade das famílias são de mulheres e crianças em situação precária por conta da falta de responsabilidade paterna e cobrança eficaz do Estado dessa responsabilidade.

“Mesmo assim não vejo como isso pode ser um problema meu?”

Então, vamos partir do básico: o ser humano é um ser gregário por natureza, e se você não vive numa casa autossuficiente num ambiente isolado você vai lidar com essas mulheres sobrecarregadas, adoecidas, endividadas, com essas crianças necessitadas e com uma sociedade disfuncional.

Abandono financeiro também é violência: menos recursos, menos qualidade de vida, mais dificuldade para estudar, menos acesso à saúde. Quem deve pensão prejudica diretamente a vida da criança e indiretamente a toda a sociedade.

Então, mesmo que você não seja adepto do sistema da “máquina de moer gente” que formou nosso país escravocrata e explorador de corpos – principalmente femininos, infantis, negros e de qualquer minoria – e mesmo você, que só se importa consigo mesmo, essa realidade de metade dos núcleos familiares afeta a sua vida intensiva e diariamente. Coloco abaixo apenas alguns exemplos que já vivi e ouvi em terapia.

  • Minha inquilina passou a atrasar o aluguel (motivo oculto: ela se separou e o genitor do filho não paga pensão)
  • Estava com dor de dente e minha dentista desmarcou em cima da hora (motivo oculto: um equipamento do consultório parou de funcionar e ela teve que escolher entre pagar o técnico e pagar a escola do filho porque o pai não paga pensão)
  • A faxineira que limpa minha casa faltou porque conseguiu um encaixe num pediatra pra filha (motivo oculto: ela não tem dinheiro pra pagar uma consulta particular porque a filha não recebe pensão)
  • Fui comprar pão pra fazer um lanche porque estou de home office e a Dona Maria da mercearia do meu bairro fechou o comércio do nada (motivo oculto: teve que cuidar do neto doente porque a filha não pode perder o emprego já que o genitor do neto não paga pensão pra poder pagar uma babá)
  • Minha funcionária vive faltando e vou ter que mandar ela embora por isso (motivo oculto: ela tem uma criança com necessidades especiais que necessita de várias terapias e, porque o genitor não paga pensão, tem que levá-la quando o SUS agenda, em horário comercial)
  • O marido da minha vizinha foi preso por não pagamento de pensão e quem está pagando a estadia do vagabundo no sistema prisional sou eu, que pago meus impostos

Por que a pena de prisão não é mais eficaz como antes?

Prisão não resolve a vida de nenhuma mãe nem de nenhuma criança. Quando o genitor vai preso ele precisa pagar a dívida para ser solto antes do prazo máximo – de 30 a 90 dias, de acordo com a decisão judicial – contudo, ele pode escolher ficar preso pelo prazo máximo e sair sem pagar a dívida. Muitos não pagam o que devem, as dívida continuam existindo, mas sem outro meio de serem cobradas. Mas o pior de tudo é que a criança não recebe a assistência básica que deveria receber.

Vivemos num mundo capitalista, onde ser encarcerado de 1 a 3 meses pode não atrapalhar muito a vida de quem abusa da vida e dignidade do próprio filho, mas onde ter uma dívida ativa com o Estado atrapalha, e muito, a satisfação das PRÓPRIAS necessidades e desejos; que é a única coisa que tais genitores compreendem.

A experiência da prisão civil de devedores de pensão no Brasil vem mostrando que essa não é uma medida coercitiva eficaz como deveria ser, por dois fatos, principalmente:

  • a prisão de devedores de pensão cresce, em média 30% ao ano o que prova que esses inadimplentes não temem ficar encarcerados (quem sabe até aproveitem a estada gratuita na instituição custeada pelos contribuintes que eles não são);
  • grande quantidade dos que já foram presos volta a atrasar os pagamentos, mesmo podendo voltar à prisão, o que comprova que a hospedagem na instituição prisional não foi tão ruim assim para esses devedores dos alimentos dos p´róprios filhos (questão de caráter?).

Dessa forma, o ciclo de abandono e inadimplência continua, as crianças ficam vulneráveis, suas mães ficam sobrecarregadas, endividadas e até doentes, o que faz poder cair ainda mais a qualidade de vida dessa criança.

59,9% dos domicílios em situação de insegurança alimentar são chefiados por mulheres. Cerca de 11 milhões de mulheres criam seus filhos sozinhas, sem a presença ou o apoio do pai.

Se prisão não resolve o que resolveria?

A única coisa que assusta mais do que a perda rápida da liberdade é a perda do DINHEIRO. Assim, o foco para garantir que os direitos dessas crianças abandonadas sejam supridos deveria ser na eficácia da cobrança da dívida mas de uma forma mais inteligente, além da penhora de bens, do desconto em folha de pagamento e da quebra do sigilo bancário, mesmo porque esses devedores dos próprios filhos são muito aptos para esconder suas posses.

Então, como bloquear os bens e remunerações invisíveis dos devedores de pensão que colocam o que têm e movimentam contas em nome de terceiros?

Alguns países têm sistemas em que quando o devedor não paga, o governo adianta o valor à criança e posteriormente cobra o devedor, muitas vezes com juros e encargos. Assim, o devedor de pensão passa a ter uma dívida ativa com o Estado, que possui mecanismos rigorosos de coerção para recuperar valores e desincentivar a inadimplência.

“Ah mas daí vai gerar dívida para o Estado e quem paga sou eu que pago meus impostos em dia! Eu não tenho nada a ver com a dívida desse genitor! Seu filho não é meu filho.”

Mas e o que você já paga com a 2ª maior população carcerária do mundo? Custear a estadia de devedores de pensão na prisão é um dinheiro que vai e não volta. O custo médio de um presidiário no Brasil é de R$ 2.498,34 mensais, podendo chegar até R$4.367,55. Pagar as pensões que o devedor deve para a criança e cobrar dele depois garante uma sociedade mais justa, contributiva, e com a GARANTIA de que esse dinheiro será ressarcido aos cofres públicos através das várias medidas coercitivas que o Estado pode aplicar ao genitor inadimplente.

Além das formas de coação e cobrança que já são utilizados no Brasil como o desconto automático em folha, penhora de bens ou apreensão de dinheiro em contas bancárias, há outros pouco ou nada utilizados no país, como:

  • Retenção de Benefícios Governamentais: A dívida pode ser descontada de restituições de imposto de renda, seguros-desemprego ou outros benefícios estatais.
  • Suspensão de Licenças e Documentos: Autoridades podem suspender carteiras de motorista (CNH), passaportes ou licenças profissionais/ocupacionais até que o pagamento seja regularizado.
  • Reporte a Agências de Crédito: Inclusão do nome do devedor em cadastros de inadimplentes (como Serasa/SPC), o que restringe o acesso a crédito.
  • Multas Judiciais: O descumprimento pode levar a desobediência à ordem judicial, resultando em multas pesadas.

Os principais países e regiões com sistemas de adiantamento público são:

  • Países Nórdicos (referência no sistema): Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Islândia.
  • Europa Ocidental e Central: Bélgica, França, Alemanha, Áustria, Espanha, Estônia, Lituânia e Luxemburgo.
  • Outras Regiões: Bielorrússia (Belarus). 

O resultado desse sistema mais inteligente são crianças protegidas, famílias mais seguras e uma sociedade mais progressista.

Como o Brasil pode fazer isso?

Através da criação de um Fundo Nacional de Garantia de Pensão Alimentícia para assegurar o pagamento imediato da pensão a crianças e adolescentes quando o responsável legal esteja inadimplente.

O fundo garantiria o pagamento imediato do valor devido, evitando que necessidades básicas como comida, moradia, saúde e educação fiquem desassistidas.

Em suma:

  • Pagamento imediato da pensão quando o devedor não paga.
  • Segurança alimentar e dignidade para crianças e adolescentes.
  • Cobrança eficaz do devedor pelo Estado, com inscrição em dívida ativa e mecanismos de execução mais rígidos.
  • Redução da vulnerabilidade social das famílias chefiadas por mães solo.

“O leão é manso e justo para quem faz tudo direito”

Se você quer contribuir para ajudar nossa sociedade a evoluir nesse problema que afeta cerca de metade das famílias, e se tornar mais responsável e progressista, basta clicar na imagem abaixo e assinar a PETIÇÃO de autoria da mãe solo Nati Avellar.

Quando o abuso sai das relações afetivas mas permanece no trabalho

Muitas mulheres conseguem finalizar uma relação abusiva mas não se dão conta da relação abusiva que têm com o trabalho ou mesmo com amigos ou familiares.

Quando o abuso só muda de pessoa ou de lugar na sua vida á porque ele está em você.

Não estou dizendo que você seja a única responsável por isso, afinal, vivemos numa sociedade abusiva que promove uma doutrinação abusiva – especialmente das minorias – desde a mais tenra idade no seio familiar.

O que estou dizendo é que por conta desse ambiente em que você foi criada e das diversas experiências abusivas durante a formação da sua individualidade, e que não foram ressignificadas, você, que muda de pessoas e lugares mas não consegue se livrar da invasão ou exploração alheias, introjetou um padrão disfuncional de abuso, que te faz viver “variações do mesmo tema sem sair do tom.”

Clique abaixo e conheça o Programa que vai te auxiliar a exterminar esse padrão e abrir caminho para relações muito mais respeitosas, por toda a sua vida.

O abuso nas relações de trabalho, incluindo assédio moral e sexual, caracteriza-se por condutas abusivas, reiteradas e humilhantes que violam a dignidade do trabalhador, gerando sofrimento físico e psicológico.

Manifesta-se por vigilância excessiva, tarefas impossíveis, perseguição e intimidação, devendo ser combatido com denúncias ao RH, MPT ou Justiça do Trabalho.

O Ciclo do Abuso Narcisista não é o ciclo da violência

Para manter seu falso eu “perfeito”, que está sempre certo e nunca erra, baseado da distorção da própria autoimagem de SUPERIOR, o narcisista ABUSA continuamente da parceira e das pessoas mais íntimas.

Ele é uma pessoa RÍGIDA, encerrada em seu falso eu que o protege de suas próprias feridas narcísicas.

E, para se manter imutável, protegido no personagem que criou, ele precisa estar sempre controlando quem lhe interessa, fazendo essas pessoas entrarem em sua bolha de realidade paralela, onde ele sempre DOMINA, sendo algoz, “salvador” ou “vítima”.

O ciclo de abuso que Lenore Walker (1979) cunhou, de criação de tensão, explosão, reconciliação e lua de mel é útil na maioria dos relacionamentos abusivos. No entanto, quando um narcisista é um abusador, o ciclo ocorre de forma diferente.

Quando o abusador é narcisista, o final do ciclo muda, porque ele, sendo egocêntrico, não admite falhas. Sua necessidade de ser superior, certo ou responsável limita a possibilidade de qualquer transformação real.

Em vez disso, na maioria das vezes, é a abusada que tenta, desesperadamente, se reconciliar, enquanto o narcisista se faz de vítima.

Essa tática de zigue-zague fortalece ainda mais o comportamento e o falso eu do narcisista, convencendo-o ainda mais de sua retidão.

Qualquer ameaça à sua autoridade o faz repetir o ciclo.

Saia do ciclo, não tente vencê-lo. Não dá pra vencer no jogo dele, em que as regras são mudadas o tempo inteiro e que nunca se aplicam a ele.

E conheça o Programa A.M.A.D.A., um processo de libertação desse ciclo e realização da sua vida de verdade.

Como eu me relaciono com alguém sem criar expectativas? Isso não é do ser humano?

Você cria expectativas porque acredita que quando receber o que te falta, irá encontrar paz e felicidade. Mas o que essa crença faz com você?

Você começa a usar as pessoas para atingir seus objetivos. Você se agarra a elas e se torna controladora.

Sim… mas por que isso acontece?

Porque você está dependente delas. Pessoas matam em nome do amor, mas poucas vivem em amor. Isso é porque elas veem umas às outras como posses não como almas livres. Veem o outro como o remédio para a própria dor.

Quer dizer, então, que o que a gente chama de amor é só dependência egoica?

Isso mesmo. Qualquer forma de dependência externa vem do medo – que ecoa de uma ferida antiga de desconexão – e sempre termina em desilusão.

Mas e se eu encontrar alguém que combine com a minha alma e nós ficarmos juntos?

A única coisa certa na vida é a impermanência. Se você se apegar ao outro, tentar controlar a vida, ou buscar as condições perfeitas toda a satisfação que você poderá sentir se transformará em angústia.

A morte chega para todos e, conduzida pelos seus apegos, à medida em que você envelhecer seu medo irá crescer. Todos diremos adeus uns aos outros. Se você perder sua vida fugindo de si mesma, seus anos finais serão infernais.

Então qual é a solução? Ficar sozinha?

Se você está ou não com alguém não importa, o que importa é se você está ou não consigo mesma. Caso você não esteja consigo mesma e esteja numa relação com alguém, ela vai refletir essa desconexão pra você. Tudo na vida são experiências para o seu despertar – apego, medo, perdas, tudo isso. A única saída é para dentro. Então, não se esquive da vida, abrace-a totalmente. Veja tudo como uma lição e todos como professores. Seja curiosa e atenta.

Mas como se relacionar com o outro sem sofrer?

Atenção plena! Observe todo o mapa dos seus apegos. Não tente forçar o desapego. Conheça o que há. Quando você se conhece mais você espera menos e ama mais. Quando você ama mais o sofrimento diminui e a presença cresce.

Eu já amei demais e não foi nada bom…

Você não amou demais. Você se apegou demais. O verdadeiro amor anda lado a lado com a liberdade. Desapegar-se é amar sem uma coleira. É a mais elevada forma de amar. É a diferença entre acolher um pássaro com as mãos e prendê-lo numa gaiola – a gaiola das expectativas.

Acho tão difícil amar sem ciúmes, expectativas, apegos…

Porque você ainda acredita que pode controlar. O desapego é a sua verdadeira natureza: amar sem muros, condições ou demandas – recordar, despertar para a fonte interior que nunca seca. O outro é um espelho, uma porta através da qual se vislumbra o infinito interior.

Como eu faço para me amar de verdade e ser amada?

Acolhendo a si mesma com totalidade e desfazendo as barreiras que te separam do seu próprio amor.

Como eu posso desfazer essas barreiras se nem sei quais são?

Identificando elas e as combatendo com a verdade. O Programa A.M.A.D.A. tem método e ferramentas para te ajudar a fazer isso de um jeito rápido, você só precisa ter coragem e atenção.

Como faço pra conhecer melhor?

Clique na imagem abaixo.

A mulher VÍTIMA: a reclamante sem compromisso

Comprou um monte de cursos e mentorias, nada resolveu, começou várias coisas sem terminar nenhuma delas e seu dinheiro escorreu.

A vítima está apegada à tristeza e à , esse afeto barato que recebe de quem a vê menor.

E tudo isso porque o seu desejo de agradar e receber migalhas se aliou ao seu medo de ser rejeitada e acabar sozinha.

E todo o ciclo de decepções e fracassos se repetem, sem que ela se empodere.

E como sair desse DRAMA?

Entendendo os ganhos que esse papel te dá e encontrando novas formas, mais saudáveis, de sustentar essas demandas.

Te explico tudo na aula do Programa A.M.A.D.A.