O Ciclo do Abuso Narcisista não é o ciclo da violência

Para manter seu falso eu “perfeito”, que está sempre certo e nunca erra, baseado da distorção da própria autoimagem de SUPERIOR, o narcisista ABUSA continuamente da parceira e das pessoas mais íntimas.

Ele é uma pessoa RÍGIDA, encerrada em seu falso eu que o protege de suas próprias feridas narcísicas.

E, para se manter imutável, protegido no personagem que criou, ele precisa estar sempre controlando quem lhe interessa, fazendo essas pessoas entrarem em sua bolha de realidade paralela, onde ele sempre DOMINA, sendo algoz, “salvador” ou “vítima”.

O ciclo de abuso que Lenore Walker (1979) cunhou, de criação de tensão, explosão, reconciliação e lua de mel é útil na maioria dos relacionamentos abusivos. No entanto, quando um narcisista é um abusador, o ciclo ocorre de forma diferente.

Quando o abusador é narcisista, o final do ciclo muda, porque ele, sendo egocêntrico, não admite falhas. Sua necessidade de ser superior, certo ou responsável limita a possibilidade de qualquer transformação real.

Em vez disso, na maioria das vezes, é a abusada que tenta, desesperadamente, se reconciliar, enquanto o narcisista se faz de vítima.

Essa tática de zigue-zague fortalece ainda mais o comportamento e o falso eu do narcisista, convencendo-o ainda mais de sua retidão.

Qualquer ameaça à sua autoridade o faz repetir o ciclo.

Saia do ciclo, não tente vencê-lo. Não dá pra vencer no jogo dele, em que as regras são mudadas o tempo inteiro e que nunca se aplicam a ele.

E conheça o Programa A.M.A.D.A., um processo de libertação desse ciclo e realização da sua vida de verdade.

A “meiga lesa” é só uma máscara da NARCISISTA grandiosa

“Tudo que sei sobre fulana é contra a minha vontade”, é um desabafo comum nas redes sociais. Contudo, falar sobre a influência destrutiva dessas cidadãs – inclusive, da mais seguida nas redes sociais do país – se trata de interesse público, já que incentivam o uso de plataformas de jogos que viciam, principalmente, as pessoas mais pobres, mentindo sobre a possibilidade de enriquecimento, contribuem para a manutenção de ideais de beleza inatingíveis para a maioria das mulheres e ostentam um estilo de vida fútil.

Dito isso, bora pra análise:

A pessoa com o transtorno de personalidade narcisista não se importa em ganhar dinheiro sabendo que está destruindo a vida de milhares (ou até milhões) de pessoas porque, pra ela, o outro nem existe.

Pra ela, o outro é só um meio de ela conseguir o que deseja.

Ela percebe o outro como um OBJETO e, por isso, ela não se importa com o que o outro sente, nem com os problemas que pode lhe causar.

Em outras palavras, a influencer declara o seguinte:

“Eu incentivei e lucrei com um jogo de azar, mas avisei que a pessoa podia perder ou ganhar, que podia viciar, a pessoa jogou porque quis.”

A única coisa que a difere de um traficante de drogas, é que ela está atuando na legalidade.

Mas assim como um traficante, lhe falta CARÁTER.

Além disso, em seus vídeos de publicidade dos jogos online, ela simula ganhar muitas vezes, utilizando uma conta programada pra isso, ou seja: ela MENTE e não se importa em mentir para pessoas menos esclarecidas e necessitadas de recursos financeiros.

Nesse ponto, ela consegue ser pior do que um traficante de drogas.

A NARCISISTA nunca é digna de confiança, pois ela não te vê como um igual, mas apenas como uma fonte de suprimentos

pra quem pode vender gato por lebre e sempre lucrar muito em cima.

E se houver qualquer suspeita do que norteia suas atitudes, ela justifica com a sua grandiosidade:

“Acredito na justiça de Deus.
Não acredito que estou onde
estou à toa. Acredito que não sou
tão abençoada à toa, tenho filhos
maravilhosos, um casamento
maravilhoso, um trabalho que amo.”

É uma “escolhida”, o que justifica com o que possui: poder, dinheiro, família… os desejos buscados pela maioria.

“Ora, se ela é atendida é porque é merecedora e Deus a atende, por que mais deveria de ser?”

Essa constatação da meritocracia – por quem tem os mesmos valores e desejos – reforça ainda mais sua autoridade perante essas pessoas.

Na CPI das Bets, ela se vestiu de forma inadequada e se comportou – assim como alguns políticos – com total desrespeito, deboche, e não com a seriedade que a sessão exigia, já que a CPI tem como objetivo “investigar a influência dos jogos de apostas online no orçamento dos brasileiros e possível associação com organizações criminosas”.

Como se dissesse: “não tenho nada a ver com isso”. Mas tem, e muito.

Fez da ocasião uma oportunidade de marketing e vestiu sua máscara de “meiga lesa”, da “inocente” que não deve nem teme, sem motivos para estar ali.

Uma estratégia muito utilizada por personalidades perversas: performar imaturidade para despertar empatia e gerar presunção de inocência.

Suzane Richthofen

Veste uma máscara diferente conforme lhe convém.

Interpreta o papel que precisa interpretar pra se manter no topo da pirâmide social.

Ostenta uma vida de luxo para gerar desejo nos seus admiradores e levar às compras quem não pode ter essa vida.

Ao menos, um pedacinho dela está ao alcance do povo, seja na forma de um item de maquiagem, ou do hábito de jogar na mesma plataforma.

É assim que a narcisista enriquece: empobrecendo quem a segue e idolatra.

Pois é da natureza da personalidade narcisista sugar e precisar de bajuladores e vítimas para se manter no poder.

Pra manter seu posto de soberana cheia de súditos ela ostenta não apenas a vida perfeita, mas o corpo perfeito e o comportamento perfeito: a imagem da mulher idealizada por homens e mulheres. Seja a musa fitness, a empresária bem sucedida, a mãe de família, a esposa troféu ou a própria deusa Vênus… todas essas IMAGENS.

A NARCISISTA É UM CONJUNTO DE IMAGENS IDEALIZADAS, consideradas perfeitas pelo padrão da sociedade.

Ela é escrava da sua autoimagem, pois é através dela que conquista a validação externa e o suprimento externo, que nunca é o suficiente para ela.

E, quem a segue, é escravo dela.

A sua realização de qualquer tipo não está fora de você e em nenhum modelo de pessoa ou de vida.

Pra que você se autorrealize é fundamental parar de ter os outros como referência e encontrar as suas próprias.

Para assistir a uma aula gratuita sobre como fazer isso, conheça o Programa A.M.A.D.A.

Comentários nas redes sociais:

A criatividade salva apenas se não dominar #cineterapia | Cisne Negro

A fantasia pode nos salvar mas somente se não nos dominar.

A fantasia salva quando dá forma, movimento, cor, estética pra emoção represada no ser.

A fantasia salva quando auxilia a hiperfocar numa performance artística excelente e esquecer todos os aspectos turbulentos da realidade opressora.

Mas a fantasia se torna uma perdição quando supera a consciência por completo e faz o ser delirante se desconectar do próprio corpo: o estandarte maior da realidade.

É assim que a psicose, primeiramente um recurso para continuar a vida, mata.

Para participar de sessões de Cineterapia que vão abordar as causas da divisão psicótica, como a relação emaranhada com a mãe narcisista, como é o caso da Nina, vem pra NARCFLIX ❤️‍🔥

🎬Cisne Negro #cisnenegro #cineterapia #NARCFlix #psicose

Você vai superar o NARCISISTA quando superar a sua versão que se conecta com ele

A sua versão que procura aprovação fora do que te faz bem…
A sua versão que não acredita que pode ser feliz sem alguém pra reconhecer sua importância…
A sua versão que depende do que é indisponível…
A sua versão que busca fazer algo de valor pra ser valorizada…
A sua versão ferida.

O NARCISISTA ou a pessoa difícil em sua vida é simplesmente um reflexo do que você precisa curar em você.

E agora que você já sabe o que é, porque essa pessoa te cutucou e te fez sentir onde dói, você pode olhar pra isso, entender como surgiu e curar essa ferida com a sua consciência.

Porque é o entendimento de si mesmo que liberta, não superar o outro.

E pra superar sua versão ferida e abrir espaço para o seu EU autêntico tomar conta do seu processo de cura e da sua felicidade, clique abaixo e reserve sua data.

Você se apaixona por psicopatas porque está castrada

Ele é charmoso, confiante, dá nó em pingo d’água e sabe aproveitar a vida como ninguém, como não se apaixonar, não é mesmo?

Você quer tudo isso, quer aprender a viver pelo princípio do prazer sem culpa com quem demonstra ter as chaves que abrem a sua prisão.

A boa notícia, então, é que você não se apaixona por ele em si mas pelo que ele pode te proporcionar: a libertação.

É claro que não é isso o que ele deseja de você, mas isso é o que você busca aprender com ele:

  • como se libertar da culpa
  • como sentir o máximo prazer
  • como relaxar sem preocupação
  • como viver na lei do mínimo esforço
  • como driblar as normas e estruturas e abrir caminho para a sua vontade e para o novo
  • como aproveitar a vida apesar do sofrimento dos outros
  • etc

Embora, no senso comum, psicopatia seja sinônimo de crueldade, na teoria e no espectro não é bem assim.

Psicopatas são perversos, não necessariamente cruéis e perversão não é sinônimo de crueldade na denominação psicanalítica, mas de “desvio do caminho correto”, de falta de respeito às rotas pré-definidas.

E como o certo e o errado são conceitos mutáveis, que evoluem com a Humanidade, ou que se perdem em certas épocas – como quando o radicalismo dominou os Estados – , DESVIAR, é fundamental para sobreviver.

Muita castração te deixa atada, neurótica, sem conseguir gozar, relaxar e honrar seus desejos próprios. Por outro lado, a falta dela faz você invadir os limites alheios e os seus, tornando-a uma pessoa destrutiva.

Para crescer e construir, é necessário trilhar o Caminho do Meio.

A segunda boa notícia, decorrente da primeira é que você não precisa se relacionar afetivamente com um professor no assunto e se quebrar, o que fatalmente acontecerá.

Basta que você se observe com atenção e utilize a sua RACIONALIDADE para identificar em si mesma onde está a sua castração excessiva, contestá-la e abrir caminho pra que você possa viver com mais totalidade e alegria.

Mesmo porque, o psicopata pode até te mostrar o caminho do prazer, mas nunca o da alegria.

É claro que essa sua rebeldia para DESCONSTRUIR seus mecanismos de controle deve vir com a CONSCIÊNCIA, para não fazer mal a si, nem aos outros, e é por isso que eu te convido para o Programa A.M.A.D.A. , onde você irá identificar seus mecanismos de castração e liberá-los com a consciência para que possa viver com muito mais alegria, prazer e realização.

Por que existe tanta MÃE NARCISISTA?

Porque vivemos numa sociedade abusiva, em que a mulher é extremamente reprimida e aquelas que não integram suas sombras tornam-se narcisistas.

Se você observar o ciclo da violência, você verá que a repetição ocorre sempre que algo não se resolve no indivíduo.

Um efeito dominó. De geração pra geração e de cuidadores para filhos.

Quando uma pessoa permanece inconsciente sobre os abusos que sofreu – desde os mais sutis até os mais escancarados -, quando ela não integrou a sua SOMBRA, ela vai PROJETÁ-LA sobre o outro.

Então a mulher que foi violentada irá repetir o padrão e ser violentada pelo cônjuge – mais comumente – e violentar quem é mais frágil nas suas relações: os filhos.

“Cadê o pai dessa criança?”

Há um equívoco, no entanto, no que tange à constatação da grande quantidade de mães narcisistas.

Não que não existe, sim, há. Ainda mais nas gerações das décadas de 40 pra cá. Mas consideramos a pessoa narcisista a pessoa controladora, passivo-agressiva, crítica, humilhadora… A que vai usar o outro para espelhar pra si o que quer ver, seja como bode expiatório, como um personagem fixo, seja como um ser idealizado.

Só o que O NARCISISMO É, TAMBÉM, A AUSÊNCIA, fundamentalmente a EMOCIONAL. Sendo o traço de personalidade “emocionalmente distante” um dos predominantes no perfil.

E, numa sociedade em que os pais são ausentes e as mães são sobrecarregadas, esses pais também são narcísicos, mas em outros aspectos do espectro, com a predominância do egocentrismo e indiferença, especialmente a quem nada lhe serve, no caso, os filhos (principalmente se são pobres, impopulares, não bajuladores, etc).

NARCISISMO É QUANDO O IDEAL DO EGO SUPLANTA O EGO, formando um falso ego, desconectado do SELF, pois o sujeito se considera muito defectível, muito vergonhoso, então ele prefere não olhar para a própria essência e se apega a esse ego idealizado, nesse falso ego que ele cria pra poder sobreviver e se relacionar.

Nos conceitos patriarcais, ninguém é suficiente se não atingir as alturas do poder, do status, da validação externa.

Então, como diminuir a incidência do transtorno narcisista?

Combatendo as ideias e os ideais da sociedade patriarcal, verificando que eles só causam sofrimento e a sua perpetuação.

Para embarcar nessa jornada de desconstrução, assista à vídeo-aula clicando abaixo: