Muitas mulheres conseguem finalizar uma relação abusiva mas não se dão conta da relação abusiva que têm com o trabalho ou mesmo com amigos ou familiares.
Quando o abuso só muda de pessoa ou de lugar na sua vida á porque ele está em você.
Não estou dizendo que você seja a única responsável por isso, afinal, vivemos numa sociedade abusiva que promove uma doutrinação abusiva – especialmente das minorias – desde a mais tenra idade no seio familiar.
O que estou dizendo é que por conta desse ambiente em que você foi criada e das diversas experiências abusivas durante a formação da sua individualidade, e que não foram ressignificadas, você, que muda de pessoas e lugares mas não consegue se livrar da invasão ou exploração alheias, introjetou um padrão disfuncional de abuso, que te faz viver “variações do mesmo tema sem sair do tom.”
Clique abaixo e conheça o Programa que vai te auxiliar a exterminar esse padrão e abrir caminho para relações muito mais respeitosas, por toda a sua vida.
O abuso nas relações de trabalho, incluindo assédio moral e sexual, caracteriza-se por condutas abusivas, reiteradas e humilhantes que violam a dignidade do trabalhador, gerando sofrimento físico e psicológico.
Manifesta-se por vigilância excessiva, tarefas impossíveis, perseguição e intimidação, devendo ser combatido com denúncias ao RH, MPT ou Justiça do Trabalho.
Para manter seu falso eu “perfeito”, que está sempre certo e nunca erra, baseado da distorção da própria autoimagem de SUPERIOR, o narcisista ABUSA continuamente da parceira e das pessoas mais íntimas.
Ele é uma pessoa RÍGIDA, encerrada em seu falso eu que o protege de suas próprias feridas narcísicas.
E, para se manter imutável, protegido no personagem que criou, ele precisa estar sempre controlando quem lhe interessa, fazendo essas pessoas entrarem em sua bolha de realidade paralela, onde ele sempre DOMINA, sendo algoz, “salvador” ou “vítima”.
O ciclo de abuso que Lenore Walker (1979) cunhou, de criação de tensão, explosão, reconciliação e lua de mel é útil na maioria dos relacionamentos abusivos. No entanto, quando um narcisista é um abusador, o ciclo ocorre de forma diferente.
Quando o abusador é narcisista, o final do ciclo muda, porque ele, sendo egocêntrico, não admite falhas. Sua necessidade de ser superior, certo ou responsável limita a possibilidade de qualquer transformação real.
Em vez disso, na maioria das vezes, é a abusada que tenta, desesperadamente, se reconciliar, enquanto o narcisista se faz de vítima.
Essa tática de zigue-zague fortalece ainda mais o comportamento e o falso eu do narcisista, convencendo-o ainda mais de sua retidão.
Qualquer ameaça à sua autoridade o faz repetir o ciclo.
Saia do ciclo, não tente vencê-lo. Não dá pra vencer no jogo dele, em que as regras são mudadas o tempo inteiro e que nunca se aplicam a ele.
Você cria expectativas porque acredita que quando receber o que te falta, irá encontrar paz e felicidade. Mas o que essa crença faz com você?
Você começa a usar as pessoas para atingir seus objetivos. Você se agarra a elas e se torna controladora.
Sim… mas por que isso acontece?
Porque você está dependente delas. Pessoas matam em nome do amor, mas poucas vivem em amor. Isso é porque elas veem umas às outras como posses não como almas livres. Veem o outro como o remédio para a própria dor.
Quer dizer, então, que o que a gente chama de amor é só dependência egoica?
Isso mesmo. Qualquer forma de dependência externa vem do medo – que ecoa de uma ferida antiga de desconexão – e sempre termina em desilusão.
Mas e se eu encontrar alguém que combine com a minha alma e nós ficarmos juntos?
A única coisa certa na vida é a impermanência. Se você se apegar ao outro, tentar controlar a vida, ou buscar as condições perfeitas toda a satisfação que você poderá sentir se transformará em angústia.
A morte chega para todos e, conduzida pelos seus apegos, à medida em que você envelhecer seu medo irá crescer. Todos diremos adeus uns aos outros. Se você perder sua vida fugindo de si mesma, seus anos finais serão infernais.
Então qual é a solução? Ficar sozinha?
Se você está ou não com alguém não importa, o que importa é se você está ou não consigo mesma. Caso você não esteja consigo mesma e esteja numa relação com alguém, ela vai refletir essa desconexão pra você. Tudo na vida são experiências para o seu despertar – apego, medo, perdas, tudo isso. A única saída é para dentro. Então, não se esquive da vida, abrace-a totalmente. Veja tudo como uma lição e todos como professores. Seja curiosa e atenta.
Mas como se relacionar com o outro sem sofrer?
Atenção plena! Observe todo o mapa dos seus apegos. Não tente forçar o desapego. Conheça o que há. Quando você se conhece mais você espera menos e ama mais. Quando você ama mais o sofrimento diminui e a presença cresce.
Eu já amei demais e não foi nada bom…
Você não amou demais. Você se apegou demais. O verdadeiro amor anda lado a lado com a liberdade. Desapegar-se é amar sem uma coleira. É a mais elevada forma de amar. É a diferença entre acolher um pássaro com as mãos e prendê-lo numa gaiola – a gaiola das expectativas.
Acho tão difícil amar sem ciúmes, expectativas, apegos…
Porque você ainda acredita que pode controlar. O desapego é a sua verdadeira natureza: amar sem muros, condições ou demandas – recordar, despertar para a fonte interior que nunca seca. O outro é um espelho, uma porta através da qual se vislumbra o infinito interior.
Como eu faço para me amar de verdade e ser amada?
Acolhendo a si mesma com totalidade e desfazendo as barreiras que te separam do seu próprio amor.
Como eu posso desfazer essas barreiras se nem sei quais são?
Identificando elas e as combatendo com a verdade. O Programa A.M.A.D.A. tem método e ferramentas para te ajudar a fazer isso de um jeito rápido, você só precisa ter coragem e atenção.
Vingança é o fenômeno humano que compreende a busca por revanche, retaliação ou represália como resposta por uma ofensa ou prejuízo. Praticado em nome próprio ou alheio, por alguém que foi real ou presumidamente ofendido ou lesado, em represália contra aquele que é ou seria o causador desse dano. A vingança é um impulso humano que surge quando nos sentimos lesados, traídos ou injustiçados.
Então, minha amiga, se você vive repetindo os mesmos dramas, eu preciso te informar: você está operando uma vingança.
Quando um fato não é aceito, ele não passa e, em vez disso, nos faz vestir armaduras para nos proteger para esse fato não ocorrer ou caso ele venha a ocorrer novamente.
Acontece que feridos, atraímos a mesma ferida, revivemos o mesmo drama, não por nada sobrenatural, mas pelo simples fato de nos mantermos no personagem e na mentalidade criada com base no que nos feriu.
Assim, se não aceitei algo vou reviver esse fato até que ele passe, pois “tudoao que se resiste, persiste” (Jung).Sobre isso, há três personagens-base encarnadas pelas pessoas que ainda buscam essa vingança.
Três facetas representadas por quem está conectada mais às feridas egoicas do que à própria essência invulnerável.
É claro que cada ser humano é um universo único – e tão mais único quanto mais se desapega do que não é – mas como a dor humana é referenciada, suas personagens também são.
Quem você mais tem representado na vida: vítima, vencedora ou viabilizadora?
VÍTIMA
Ela consegue atenção falando de suas dores, da injustiça que sofreu, do que perdeu. Foi enganada, usada e decidiu que angariar pena é mais barato e menos inseguro do que voltar à vida.
Lamentando ela consegue atenção, tapinhas no ombro e até um abraço ou alguém pra chorar junto.
Na verdade ela tem muita raiva reprimida de tudo que se permitiu viver, mas prefere ser boazinha para garantir algumas migalhas de afeto, em vez de assumir sua responsabilidade por sua inconsciência e crescer.
Prefere se apegar a salvadoras do que se salvar dos próprios padrões de escassez.
VENCEDORA
Ela é bem-sucedida segundo os critérios da sociedade, não os seus – que ela já nem se lembra mais quais são, pois é viciada em aprovação.
Tem uma vida invejada porque faz questão de ostentar o quanto conquistou tudo o que todo mundo ambiciona.
Lifestyle desejado, profissional de sucesso, corpo no padrão estético, relacionamento de Instagram, família perfeita… sua busca é por aprovação de toda essa imagem grandiosa que construiu com muito empenho. Contudo, detrás das cortinas da sua vida publicada tem muita ansiedade e a obrigação de permanecer sempre no topo, custe isso a sua libido, a sua paz, o seu hábito de sorrir quando quer gritar.
VIABILIZADORA
Ou guerreira, heroína, salvadora, defensora das vítimas e questionadora das “vencedoras”, às quais inveja, mas não admite.
Como não conseguiu se salvar, ela salva o mundo, então, apesar de defender causas admiráveis, seu objetivo mesmo é acreditar que tem valor.
“Mas, pelo menos ela ajuda?”, não. Ela depende da vítima e teme não ser necessitada, porque depende do outro pra sentir que existe.
É o vencedor de adeptas porque é o mais incentivado a seguir pela sociedade que adora explorar e manter o status quo em vez de fomentar igualdade.
Essas personagens podem ser fluídas, o que quer dizer que com determinada pessoa você pode encarnar mais a vítima, enquanto com outra você posa mais de vencedora e com outra ainda, você se torna a viabilizadora de suas necessidades.
Porém, há uma personagem prevalecente na vida de cada pessoa, que lhe confere refúgio e também lhe encaminha para a mesma situação de dor, revelando-lhe qual é a ferida que mais necessita ser curada.
O mais importante, no entanto, é se perceber atuando vinculada ao seu ego ferido e sair do triangulo dramático assim que se perceber nele. Ou seja:
Capturar sua personagem e desativar seus padrões disfuncionais.
Para poder atuar com mais consciência e, assim, ter mais possibilidades de aplicar os próprios padrões potentes, vinculados ao seu EU verdadeiro.
Pois na vingança não há nada de frutífero. É só no amor por si mesma que a abundância floresce.
No Programa A.M.A.D.A.você irá descobrir os seus padrões disfuncionais vinculados à personagem e também os seus padrões potentes, vinculados à sua essência única, para saber exatamente quais barreiras precisa remover e quais fontes precisa religar.
Porque a sua vida abundante ocorre quando você remove as barreiras que te separam da sua própria fonte e a permite jorrar por toda a sua vida.
pra ter uma vida abundante, mas você pode soltá-los.
O que gera abundância tanto na sua vida quanto na vida de qualquer ser vivo não é obedecer a nenhuma regra, nem acreditar em nenhuma teoria.
O cavalo não pensa que “tem que” correr pelos campos.
O pássaro não pensa que “tem que” voar alto.
A árvore não pensa que “tem que crescer”.
O bebê humano não pensa que “tem que” mamar.
Ninguém aí acima sequer pensa, apenas agem de forma abundante, porque não há mente para desconectá-los.
“Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?”
“Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.”
Já nos disse o Mestre…
Nem mesmo os ditames mais fortes da sociedade ocidental como o “honrar pai e mãe”, têm a ver com abundância, muito pelo contrário.
É você acreditar que “tem que” fazer algo que está indo contra a sua natureza que te trava e faz você se limitar a acessar o que há de melhor.
Pois quando você acredita que existe uma regra a seguir para acessar a abundância da vida, você é que não se permite acessá-la.
Imagina se o cachorro de rua pensasse que foi abandonado porque não era bom o suficiente.
Imagina se o gato pensasse que não deveria ser adotado porque sua “ancestralidade” foi de rua e isso seria uma desonra.
Imagina se a baleia pensasse que está sendo caçada porque está gorda demais e isso é que atraiu a cobiça dos homens.
Mas porque eles não pensam, eles não fogem da verdade e buscam sempre o melhor pra si.
“Mas é absurdo comparar o ser humano ao animal!”
Será mesmo?
Será que é preciso acreditar, pensar em algo pra viver em abundância se os animais nem pensam?
O que gera abundância é a CONEXÃO, a confiança na Existência e a fluidez com a vida.
E é justamente a sua mente que atrapalha essa conexão e fluidez.
Abundância ocorre na conexão e consequente fluidez, como um rio que jorra porque está conectado com o lençol das profundezas da terra…
Como o galo que canta aos primeiros raios de sol e dorme quando o sol se põe…
Como você quando respeita o seu próprio corpo e recebe da natureza o que precisa…
Então, se você se sente escasso é porque não está fluindo… está se APEGANDO.
E você se apega porque sente medo, mas não um medo do presente, mas um medo de viver novamente alguma situação difícil do passado.
E quem lá no passado não te proveu o apego afetivo suficiente pra você se soltar com confiança?
Seus pais.
Quando você está conectado você caminha para um desapego natural dos seus pais, cuidadores, daqueles adultos que cuidaram de você enquanto você ainda era dependente do apego a eles, assim como todos os animais realizam de seus pais e assim como Jesus atualizou o mandamento mosaico quando disse aos seus pais biológicos que não precisavam se preocupar com ele pois ele estava tratando dos negócios de Seu Pai.
Contudo, a nossa sociedade ocidental permanece no “honrar” os pais porque um mandamento assim serve à manutenção das relações de poder.
Daí, quando alguém vem e te diz que você vive em escassez e infelicidade porque não “toma” seus pais, fica fácil de acreditar, pois ressoa com o que você ouviu a vida toda e se tornou a voz do seu castrador interior.
É uma ideia do senso comum, muito fácil de acreditar, mas que tá longe de ser a verdade. É mais uma manutenção do poder patriarcal e de todo o resto que vem com ele, como o poder do capital.
Na prática é uma catástrofe para a individuação humana e para uma vida em abundância de cada um, que tem a ver com ser quem se é, cada vez mais.
Quer ver?
Como “tomar” um pai autoritário?
Como “tomar” uma mãe engolfadora?
Como “tomar” um cuidador violento?
Como “tomar” o responsável irresponsável?
Você já “tomou” demais disso tudo e continuar “tomando” é o que te intoxica e trava.
O que vai te fazer superar esse passado e viver o presente de forma mais saudável é o DESAPEGO.
É você perceber que seus pais não são sua fonte mais, que você é capaz de se conectar diretamente com ela.
Nem “tomar” seus pais nem “se permitir mais” o que vai gerar abundância na sua vida é a conexão consigo mesmo e a fluidez.
Nenhuma dessas teorias de manutenção do mundo patriarcal vão te tirar dessa Síndrome da Escassez que você vive se você não tomar consciência do DESEJO que te mantém apegada, pois não há força maior do que a força do desejo.
Tá pronta pra tomar consciência do que ainda te mantém apegada, removeressasbarreiras e se religarcom as suas potencialidades, que vão te permitir viver em abundância segundo os seus critérios?