Descarte a Sociedade que te descarta

E se a sua paixão for aquilo que te torna genial e capaz de transbordar exatamente o que o mundo ao seu redor mais necessita?

Parece um sonho fazer o que pra você é fluído e prazeroso, algo que seria egoísta, mas que por ser uma expressão autêntica dos seus desejos mais profundos acaba por ser abundante e beneficiar o seu entorno?

Em vez de aniquilar ou reprimir os instintos (como propõe a moral cristã), o objetivo é cultivá-los, elevá-los e torná-los forças vitais afirmativas.

Essa é a proposta de Nietzsche que concorda com as ideias contributivas do trabalho ideal de muitas correntes filosóficas, de Rumi à Marx.

O ser humano se enganou quando quis possuir, explorar e dominar sem limites. Isso não trouxe satisfação, muito pelo contrário, levou à destruição de si e da Terra.

A hora agora é de derrubar as barreiras que nos separam da comunhão com a vida.

Escreva LIVRE e concorra a uma sessão pré-diagnóstica de identificação de padrão e paixão.

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Expatriada: deu tudo certo, mas seu coração está em casa?

Você se desapegou da vida no Brasil, levou somente o essencial na mala pra construir uma vida a partir da sua essência fora do país. Conquistou seu espaço em um mercado ultraexigente e alcançou um patamar financeiro que você não imaginava que poderia e que a maioria considera o topo do sucesso. Hoje, você colhe os frutos de um bom faturamento ou salário em moeda forte e uma trajetória internacional admirável.

Mas, quando você está consigo mesma, você percebe que não está estável como parece, pois o sucesso financeiro divide espaço com a exaustão e o questionamento: onde eu estou aqui?

A carga mental de performar sem trégua, somada à solidão geográfica e à falta de rede de apoio, faz você apenas fazer, sem ser. As janelas de tempo com a família e amigos foram sacrificadas pelos fusos horários. O cansaço estranho na segunda-feira de manhã deixa claro que o dinheiro já não preenche o vazio de propósito. “Pra onde estou indo?” Você não sabe responder.

A direção que te conduziu pra fora agora falta e você sente urgência de voltar a ter o comando do seu tempo e da sua vida. Há um desejo que sussurra pra você usar toda a bagagem que adquiriu para fazer algo que, de verdade, importe para o mundo. Você sente essa vontade de canalizar sua energia e potencial para algo que te mova por dentro, algo que seja autêntico e apaixonante pra você e que, ao mesmo tempo, seja uma demanda do nosso mundo tão necessitado de mudança. Construir algo genuinamente seu, com total liberdade geográfica é o novo sonho… Mas o medo paralisa. Como abrir mão de uma estrutura que está funcionando e te mantém segura? Como se desapegar dos bônus, dos planos de saúde, dos benefícios ou da estabilidade de um negócio que você levou anos para estruturar?

Eu sei que a sua transição não começa em um plano de negócios. Ela começa no acolhimento do seu momento de vida, na gestão desse medo e no desenho de uma estratégia segura. Falo isso como alguém que já morou fora e que, em breve, irá partir novamente, e falo isso a partir da minha experiência nômade com filhos, dos meus dez anos de prática em psicoterapia clínica com profissionais expatriadas e do meu trabalho com projetos ODS da ONU.

O seu conhecimento global e o autoconhecimento que você adquiriu vivendo essa experiência inestimável que é morar e trabalhar fora do país é o seu maior ativo e você sabe disso. Portanto, não há qualquer necessidade de ficar presa a uma estrutura exaustiva para manter o seu padrão de vida e a sua segurança financeira.

Há uma antiga máxima que afirma que “o amor é a casa”, por isso, você só se sentirá em casa quando o amor estiver fluindo de você.

Qual será o próximo capítulo do seu legado? Se você está pronta para desenhar essa transição com segurança emocional e estratégica, o Método AMADA foi feito para você. Envie-me uma mensagem privada (DM) com a palavra TRANSIÇÃO para conversarmos sobre o seu momento e desejo de transformação.

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O Padrão do Autocontrole e Autodisciplina Insuficientes

A pessoa que não mantém nenhuma atividade física com a desculpa de que não gosta de ir à academia…

A pessoa que não “corre” com o que precisa fazer para conquistar seus objetivos mas está sempre pronta para o que os outros lhe pedem (recompensas rápidas)…

A pessoa que larga qualquer atividade que não lhe dê satisfação momentânea como estudar – para passar – e se chafurda nas telas e petiscos…

A pessoa que sempre faz o mais fácil – mesmo que seja cansativo – em vez de fazer o melhor pra si e, por isso, não progride na vida como poderia…

A pessoa que sai atrasada de casa mas xinga todos os outros condutores com que encontra no caminho…

A pessoa que não evolui na carreira porque não tem tolerância para confrontar seus medos, sua ignorância, lidar com suas emoções e praticar habilidades até se aprimorar…

A dificuldade em estabelecer autocontrole e autodisciplina suficientes se trata de um padrão narcísico que prioriza a satisfação imediata dos próprios desejos, sendo orientada pelo Princípio do Prazer.

Quem apresenta esse padrão revela uma intolerância ou recusa total à frustração.

Do mesmo modo, não consegue reprimir a expressão excessiva de suas emoções e impulsos.

Seja “explodindo”, seja fugindo à resolução de conflitos, ou ambos.

A raiva alta ou a falta de paciência impede que certas atividades menos prazerosas sejam mantidas por tempo suficiente para conquistar realizações importantes para o desenvolvimento pessoal.

Pessoas mais grandiosas irão delegar as atividades que não possuem tolerância para desempenhar – abrindo mão do aprendizado -, enquanto as outras irão simplesmente deixar seus objetivos escorrerem pelo ralo.

Pessoas que apresentam esse padrão de forma mais branda experimentam a tendência a fugir do desconforto, evitando:

  • dor
  • conflito
  • confrontação
  • responsabilidade
  • ou esforço exagerado

Sacrificando, assim, seu engajamento, sua satisfação, integridade e realização pessoal.

Pessoas com TDAH, Transtorno Afetivo Bipolar ou Ciclotimia podem desenvolver este padrão por conta de aspectos fisiológicos, principalmente.

Notadamente a deficiência de dopamina, que retroalimenta a tendência a buscar fontes imediatas geração de prazer – como o álcool, açúcar, processados, telas – e recusar fontes mais perenes – como a atividade física, o estudo, o autoconhecimento e práticas ao ar livre.

No entanto, esse padrão pode acometer uma ampla diversidade de pessoas.

Está pronta para mapear tudo o que sustenta a sua falta de autodomínio e autodisciplina e começar uma vida muito mais realizadora?

Agende sua 1ª sessão no link abaixo:

Outono (fall) é a queda: hora de deixar

Outono é a queda (fall).

Queda das folhas velhas, queda das flores murchas, queda dos frutos maduros.

Quando Perséfone é raptada para as sombras e para a solidão.

Quando tudo o que ficou velho e não nos serve mais tende a se soltar de nós, assim como as folhas caem e deixam as árvores só na estrutura, assim como os frutos caem e alimentam a outros.

Há algo caindo em você? O que está difícil de segurar.

Se você resistir a soltar, vai se esgotar porque não tem como lutar contra a natureza que, agora, é de desapegar.

Além disso, não há o que temer pois só cai o que não te serve mais. Deixe cair…

Só assim você vê melhor a sua estrutura.

Se você se apega à fantasia de que ainda existe o que já partiu, vai sofrer com a loucura da perdição. Vai sustentar folhas secas só pra parecer íntegra e não se mostrar vulnerável aos outros…

Mas se você encara a realidade da queda, vai encontrar conforto no desapego que não é perda, é leveza e o único caminho para seguir a caminhada para nascer de novo em breve.

Eu caio todos os anos. Tô sempre pra baixo quando chega o meu aniversário em abril.

Sinto essa queda até o inverno, quando já conformada dentro da caverna, encontro o abraço caloroso de Leão.

Eu caio em mim, caio em solidão e deixo cair tudo o que já não faz mais sentido na minha vida porque eu já sei que o sofrido é reter.

Entretanto, eu aprendi a escolher como viver essa queda.
Em 2020 eu escrevi um livro, o Desafio do Desapego, pra aprender a reinar no escuro, como a Perséfone e ter energia pra sempre retornar pra cima.

E, nesse ano, eu te convido para uma imersão na queda rica e profunda ao fundo do seu EU.

Para visualizar com a ajuda da natureza suas tramas sombrias e descobrir as suas sementes pra germinar e te elevar assim que o tempo da subida chegar.

As cores se vão do horizonte para serem encontradas dentro de nós.

Como a Perséfone, você vai saber ir às sombras e voltar à luz. Viver essa dualidade com mais fluidez e sabedoria e acolher suas sementes que vão gerar abundância quando a fase de subir chegar.

Pra deixar cair seus padrões disfuncionais profundos e descobrir suas sementes dentro da carne do seu fruto, clique abaixo.

Você é ator ou um mero ESPECTADOR da sua própria vida?

Grande parte da vida das pessoas foi reduzida não só pelas escalas de trabalho insanas, mas por conta das telas.

Milhões ou até bilhões de pessoas vivem, hoje em dia, reduzidas a um estado de meras espectadoras, assistindo às telas em torno de 6 horas por dia.

O que significa que durante 1/4 da sua vida você não está vivendo, está só vendo outras pessoas viverem, outras pessoas jogarem, outras pessoas se divertirem, viajarem, etc

Você assiste a jogos de futebol em que milhões de pessoas estão assistindo e apenas 18 pessoas estão jogando. E ainda tem as lutas, programas de tv, vídeos da internet no feed sem fim e os streamings, com novos filmes e séries a todo momento. E a mesma coisa de novo: você é somente uma espectadora.

Se você observar na vida à sua volta você vai ver que em todo lugar as pessoas foram reduzidas de serem ativas, participantes, em passivas, receptivas apenas e nada criativas.

Este tipo de vida não pode trazer alegria.

Você não está vivendo, você está evitando viver.

Por isso é que além de recomendar que você evite ao máximo o uso de telas, que reduza ao que é realmente essencial pra você, e esteja com sua atenção o máximo de tempo onde o seu corpo está, eu quero te propor um novo hábito:

O de escolher melhor os filmes e séries que você assiste porque o seu tempo é precioso, mas, além disso, de interagir com eles, em vez de apenas consumi-los como qualquer coisa processada que você usa apenas pra amortecer suas emoções ou pra te fazer escapar da vida.

Como? Através da CINETERAPIA.

E pra isso, eu, Marí Fernandez, jornalista, psicoterapeuta e especialista em narrativas televisuais te convido para a NARCFLIX, onde você vai sair da postura consumidora passiva ao assistir seus filmes e séries, aproveitando o papel terapêutico das melhores telenarrativas e se divertir muito mais, numa sala com pessoas como você que não abrem mão de um bom entretenimento, mas que também não abrem mão da vida!

Clique abaixo para conhecer o streaming em que você participa de forma ATIVA, com análise, diversão e cineterapia.

Quando o abuso sai das relações afetivas mas permanece no trabalho

Muitas mulheres conseguem finalizar uma relação abusiva mas não se dão conta da relação abusiva que têm com o trabalho ou mesmo com amigos ou familiares.

Quando o abuso só muda de pessoa ou de lugar na sua vida á porque ele está em você.

Não estou dizendo que você seja a única responsável por isso, afinal, vivemos numa sociedade abusiva que promove uma doutrinação abusiva – especialmente das minorias – desde a mais tenra idade no seio familiar.

O que estou dizendo é que por conta desse ambiente em que você foi criada e das diversas experiências abusivas durante a formação da sua individualidade, e que não foram ressignificadas, você, que muda de pessoas e lugares mas não consegue se livrar da invasão ou exploração alheias, introjetou um padrão disfuncional de abuso, que te faz viver “variações do mesmo tema sem sair do tom.”

Clique abaixo e conheça o Programa que vai te auxiliar a exterminar esse padrão e abrir caminho para relações muito mais respeitosas, por toda a sua vida.

O abuso nas relações de trabalho, incluindo assédio moral e sexual, caracteriza-se por condutas abusivas, reiteradas e humilhantes que violam a dignidade do trabalhador, gerando sofrimento físico e psicológico.

Manifesta-se por vigilância excessiva, tarefas impossíveis, perseguição e intimidação, devendo ser combatido com denúncias ao RH, MPT ou Justiça do Trabalho.