Cansada de recomeçar? | Padrão de Servidão e Escapismo

Você é aquela pessoa que chuta o pau da barraca quando percebe que tá sendo injustiçada?

Que não tem o menos problema em por um ponto final num relacionamento que você percebeu que é abusivo?

É a pessoa determinada pra recomeçar e que não tem problemas em deixar pra trás o que não te satisfaz mais?

Mas se você olhar pra trás você vê que por conta desse jeito de ser você vive recomeçando e gastando muita energia nesses recomeços?

É, essa facilidade em fugir e começar uma nova aventura pode não ser tão boa assim.

Pode ser que você viva um padrão que eu chamo de servidão e escapismo.

Isso quer dizer que você adquiriu um comportamento disfuncional de se vincular a pessoas ou trabalhos que exigem a sua servidão e para os quais você vai fazer de tudo pra agradar.

Você vai viver uma relação exaustiva e no final você vai se frustrar ao perceber que essa pessoa é uma pessoa sugadora, controladora e que ela nunca teve a menor intenção de ser justa.

Mas por que esse padrão se estabelece?

Porque você é uma pessoa muito disposta e talentosa, mas que teve uma família NARCÍSICA.

Você conviveu com pessoas que usaram as suas habilidades pra lhes servirem, pessoas que fizeram você orbitar em torno delas, pessoas blindadas para lidarem com as próprias vulnerabilidades, se remodelarem e se conectarem com qualquer pessoa de verdade.

Sua família praticava esses jogos com você, fazendo você entender que precisava se adaptar, se esforçar, se dedicar, atendê-los em suas necessidades pra que você se sentisse segura.

Então, quando você identifica uma pessoa parecida você já se atrai e começa a dar o sangue pra conquistar o reconhecimento dessa pessoa.

Podendo até ficar eufórica, na esperança de, dessa vez conquistar a compreensão, o olhar o acolhimento daquela pessoa que só quer te sugar, mas que, no final, vai te frustrar e até te arrasar.

Porque é assim que essa pessoa se comporta.

É muito importante você descobrir que tem esse padrão ou você vai estar sempre sendo seduzida por pessoas e situações que exigem que você se sacrifique e pra causas que não são as suas, pra depois jogar tudo pro alto e recomeçar em outro lugar, até uma nova figura grandiosa aparecer e você entrar de novo nesse ciclo de exaustão em busca de um amor que não há.

Você vive um padrão assim?

Como assistir a filmes e séries sem se viciar | Cineterapia

Grande parte da vida das pessoas foi reduzida não só pelas escalas de trabalho insanas, mas por conta das telas.

Milhões ou até bilhões de pessoas vivem, hoje em dia, reduzidas a um estado de espectadoras, assistindo às telas em torno de 6 horas por dia.

O que significa que durante 1/4 da sua vida você não está vivendo, está só vendo outras pessoas viverem, outras pessoas jogarem, outras pessoas se divertirem, viajarem, etc

Você assiste a jogos de futebol em que milhões de pessoas estão assistindo e apenas 18 pessoas estão jogando. E ainda tem as lutas, programas de tv, vídeos da internet sem fim e tem os streamings, com os filmes e séries. E a mesma coisa de novo: você é somente um espectador.

Se você observar na vida à sua volta você vai ver que em todo lugar as pessoas foram reduzidas de serem ativas, participantes em passivas, receptivas apenas e nada criativas.

Este tipo de vida não pode trazer alegria.

Você não está vivendo, você está evitando viver.

Por isso é que além de recomendar que você evite ao máximo o uso de telas, que reduza ao que é realmente essencial pra você, e esteja com a sua atenção o máximo de tempo onde o seu corpo está, eu quero te propor um novo hábito:

O de escolher melhor os filmes e séries que você assiste porque o seu tempo é precioso, mas, além disso, de INTERAGIR com eles, em vez de apenas consumi-los como qualquer coisa processada que você usa apenas pra amortecer suas emoções ou pra te fazer escapar da vida.

Através da CINETERAPIA.

E pra isso, eu, Marí Fernandez, jornalista, psicoterapeuta e especialista em narrativas televisuais te convido para a NARCFLIX, onde você vai sair da postura consumidora passiva ao assistir seus filmes e séries, aproveitando o papel terapêutico das telenarrativas e se divertir muito mais, numa sala com pessoas como você que não abrem mão de um bom entretenimento, mas que também não abrem mão da vida!

Quando o abusador é “bonzinho”

O mais importante pra você perceber se está vivendo uma relação abusiva não é o que a pessoa faz ou deixa de fazer, mas observar como você se sente.

PORQUE VOCÊ PODE ESTAR SENDO VÍTIMA DO ABUSADOR “BONZINHO”

Você olha pra ele e não consegue apontar nada de ruim, mas tem um mal-estar no ar.

Uma paciente minha namorava um homem recém divorciado, super disponível, ótimo pai e ela via isso, via ele cuidando muito dos filhos, mas ele colocava a ex mulher como bruxa. Dizia que por ganhar muito mais do que ele o humilhava e que ele não a aguentava mais isso. Provava que ela era ofensiva através dos prints de mensagens.

Já tinha uma bandeira vermelha aí mas ele tratava ela tão bem e aos filhos e mostrava a ex sendo sempre muito agressiva que ela acreditava nele.

A minha paciente sentia algo estranho que ela não conseguia explicar. Achava até que era coisa da cabeça dela, que estava sabotando um relacionamento saudável e que a ex dele era uma narcisista.

Pra encurtar a história, eles decidiram morar juntos e, em pouco tempo, outra face dele se revelou. Do cara super responsável ele foi se tornando cada vez mais folgado e foi pesando na vida dela, principalmente financeiramente, daí ela passou a entender toda a raiva que a ex tinha dele e decidiu se separar.

Quando você tá dentro de um relacionamento, fica difícil analisar o outro apenas pelas suas atitudes. Tem pessoas que performam de acordo com seus desejos. Se elas querem conquistar as outras têm melhores atitudes, pra depois passarem a abrir mão das responsabilidades que são delas, pesando pra outra, o que se torna um abuso.

Uma pessoa correta é correta com todo mundo, não só com quem ela deseja.

Por isso, se você vê confusão no passado, sente estranheza no presente, você vai ficar insegura porque é a sua inteligência intuitiva te apontando a incoerência.

O comportamento ideal pode ser ensaiado por um tempo por isso que apenas observar as atitudes não é a melhor opção, mas respeitar o que você sente.

É muito mais provável uma mulher estar reagindo a um abuso do que estar desequilibrada, por mais que o abusador pareça ser “bonzinho”.

Se você não olhar para o abismo, você cairá nele

Se você não lidar com a sua sombra, outra pessoa vai lidar com ela.
Se você não conhecer e tratar suas feridas, vai aparecer alguém pra cutucá-las.
Se você não conhecer e lidar com consciência com seu castrador interno, vai se conectar com um castrador externo.

Como disse Jung, é preciso ter raízes profundas nas sombras para crescer para o alto.
Por que se você não se tornar senhora das suas sombras, não vai se tornar da sua luz.

E vai ficar tentada, assim como a chapeuzinho que foi ” passear na floresta enquanto o lobo não vem”, pra, na verdade, encontrar com o lobo e tentar vencê-lo dessa vez…

Mas você não precisa mais correr perigo, pode vencer as sombras através da sua Consciência.

E é isso o que a gente faz no Programa AMADA.

E eu não vou te ensinar a acreditar em nada nem a seguir nenhuma doutrina mas a se desapegar do que te amarra, pra acessar toda a sua potência e criar a sua vida de verdade.

Reserve a sua data clicando abaixo.

Você vai superar o NARCISISTA quando superar a sua versão que se conecta com ele

A sua versão que procura aprovação fora do que te faz bem…
A sua versão que não acredita que pode ser feliz sem alguém pra reconhecer sua importância…
A sua versão que depende do que é indisponível…
A sua versão que busca fazer algo de valor pra ser valorizada…
A sua versão ferida.

O NARCISISTA ou a pessoa difícil em sua vida é simplesmente um reflexo do que você precisa curar em você.

E agora que você já sabe o que é, porque essa pessoa te cutucou e te fez sentir onde dói, você pode olhar pra isso, entender como surgiu e curar essa ferida com a sua consciência.

Porque é o entendimento de si mesmo que liberta, não superar o outro.

E pra superar sua versão ferida e abrir espaço para o seu EU autêntico tomar conta do seu processo de cura e da sua felicidade, clique abaixo e reserve sua data.

A Humanidade, de joelhos, olha pra dentro

Hoje, na nossa sessão de cinema, assistimos Vingadores, e tem uma cena muito interessante para refletirmos nesse momento de quarentena.
Na cena, Loki, de chifres reluzentes, como a personificação do diabo, diz para a multidão:

– Ajoelhem-se perante a mim! Eu disse… DE JOELHOS!

Todo mundo fica quieto e se ajoelha na frente dele. Para o que a Humanidade veio se ajoelhando até hoje? Loki levanta os braços, sorrindo.

– Assim não é mais fácil? Não é este o estado natural de vocês? A verdade não-dita da Humanidade é implorar por dominação. A tentação da liberdade diminui sua alegria de viver em uma briga louca por poder, por identidade. Vocês foram feitos para serem dominados. No fim, vocês sempre se ajoelharão.

Nossos desejos infindáveis, baseados na falsa ideia de separação, nos reduzem, adormecem nossa natureza divina. Mas há quem desperte, o que é retratado pelo idoso alemão que se levanta no meio da multidão e responde ao deus do caos, da trapaça e da mentira:

– Não perante homens como você.
– Não há homens como eu.
– Sempre haverá homens como você.
– Olhem para o seu ancião, povo! Que ele seja um exemplo.

Quem heroicamente enfrenta o caos criado pela Humanidade, hoje, são os idosos. Muitos estão partindo dessa jornada sem seus entes ao seu lado, sem ao menos uma despedida. Foram as crianças e os jovens das guerras e agora são os anciãos que se vão numa pandemia.

A cena termina com a chegada do Capitão América, que aparece bem a tempo de salvar o senhor idoso e compara Loki com os nazistas ao dizer: “Sabe, da última vez que estive na Alemanha eu vi um homem querendo se colocar acima dos demais. Nós acabamos discordando”.

A multidão que se ajoelha a Loki num evento luxuoso representa toda a Humanidade gananciosa, que deseja poder, status, sobrepujar os demais e que abdica da própria liberdade, em nome dos valores materiais.

A Humanidade do filme é a mesma que, agora, se ajoelha perante um mísero vírus, porque não respeitou os valores espirituais, que devem guiar nossa experiência terrena e destruiu, como consequência, o equilíbrio da nossa Terra.

Enquanto nossa mátria se reequilibra com a nossa saída de cena, que a gente olhe para dentro e se despoje de tudo o que é falso. Que nossa chama eterna brilhe cada vez mais reluzente, iluminando os caminhos da nossa Casa Terra, que é o nosso e de todos os nossos irmãos de jornada, porque não há separação, somos todos um.