Você não tem que “tomar” seus PAIS

pra ter uma vida abundante,
mas você pode soltá-los.

O que gera abundância tanto na sua vida quanto na vida de qualquer ser vivo não é obedecer a nenhuma regra, nem acreditar em nenhuma teoria.

O cavalo não pensa que “tem que” correr pelos campos.

O pássaro não pensa que “tem que” voar alto.

A árvore não pensa que “tem que crescer”.

O bebê humano não pensa que “tem que” mamar.

Ninguém aí acima sequer pensa, apenas agem de forma abundante, porque não há mente para desconectá-los.

“Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?”

“Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.”

Já nos disse o Mestre…

Nem mesmo os ditames mais fortes da sociedade ocidental como o “honrar pai e mãe”, têm a ver com abundância, muito pelo contrário.

É você acreditar que “tem que” fazer algo que está indo contra a sua natureza que te trava e faz você se limitar a acessar o que há de melhor.

Pois quando você acredita que existe uma regra a seguir para acessar a abundância da vida, você é que não se permite acessá-la.

Imagina se o cachorro de rua pensasse que foi abandonado porque não era bom o suficiente.

Imagina se o gato pensasse que não deveria ser adotado porque sua “ancestralidade” foi de rua e isso seria uma desonra.

Imagina se a baleia pensasse que está sendo caçada porque está gorda demais e isso é que atraiu a cobiça dos homens.

Mas porque eles não pensam, eles não fogem da verdade e buscam sempre o melhor pra si.

“Mas é absurdo comparar o ser humano ao animal!”

Será mesmo?

Será que é preciso acreditar, pensar em algo pra viver em abundância se os animais nem pensam?

O que gera abundância é a CONEXÃO, a confiança na Existência e a fluidez com a vida.

E é justamente a sua mente que atrapalha essa conexão e fluidez.

Abundância ocorre na conexão e consequente fluidez, como um rio que jorra porque está conectado com o lençol das profundezas da terra…

Como o galo que canta aos primeiros raios de sol e dorme quando o sol se põe…

Como você quando respeita o seu próprio corpo e recebe da natureza o que precisa…

Então, se você se sente escasso é porque não está fluindo… está se APEGANDO.

E você se apega porque sente medo, mas não um medo do presente, mas um medo de viver novamente alguma situação difícil do passado.

E quem lá no passado não te proveu o apego afetivo suficiente pra você se soltar com confiança?

Seus pais.

Quando você está conectado você caminha para um desapego natural dos seus pais, cuidadores, daqueles adultos que cuidaram de você enquanto você ainda era dependente do apego a eles, assim como todos os animais realizam de seus pais e assim como Jesus atualizou o mandamento mosaico quando disse aos seus pais biológicos que não precisavam se preocupar com ele pois ele estava tratando dos negócios de Seu Pai.

Contudo, a nossa sociedade ocidental permanece no “honrar” os pais porque um mandamento assim serve à manutenção das relações de poder.

Daí, quando alguém vem e te diz que você vive em escassez e infelicidade porque não “toma” seus pais, fica fácil de acreditar, pois ressoa com o que você ouviu a vida toda e se tornou a voz do seu castrador interior.

É uma ideia do senso comum, muito fácil de acreditar, mas que tá longe de ser a verdade. É mais uma manutenção do poder patriarcal e de todo o resto que vem com ele, como o poder do capital.

Na prática é uma catástrofe para a individuação humana e para uma vida em abundância de cada um, que tem a ver com ser quem se é, cada vez mais.

Quer ver?

Como “tomar” um pai autoritário?

Como “tomar” uma mãe engolfadora?

Como “tomar” um cuidador violento?

Como “tomar” o responsável irresponsável?

Você já “tomou” demais disso tudo e continuar “tomando” é o que te intoxica e trava.

O que vai te fazer superar esse passado e viver o presente de forma mais saudável é o DESAPEGO.

É você perceber que seus pais não são sua fonte mais, que você é capaz de se conectar diretamente com ela.

Nem “tomar” seus pais nem “se permitir mais” o que vai gerar abundância na sua vida é a conexão consigo mesmo e a fluidez.

Nenhuma dessas teorias de manutenção do mundo patriarcal vão te tirar dessa Síndrome da Escassez que você vive se você não tomar consciência do DESEJO que te mantém apegada, pois não há força maior do que a força do desejo.

Tá pronta pra tomar consciência do que ainda te mantém apegada, remover essas barreiras e se religar com as suas potencialidades, que vão te permitir viver em abundância segundo os seus critérios?

A “meiga lesa” é só uma máscara da NARCISISTA grandiosa

“Tudo que sei sobre fulana é contra a minha vontade”, é um desabafo comum nas redes sociais. Contudo, falar sobre a influência destrutiva dessas cidadãs – inclusive, da mais seguida nas redes sociais do país – se trata de interesse público, já que incentivam o uso de plataformas de jogos que viciam, principalmente, as pessoas mais pobres, mentindo sobre a possibilidade de enriquecimento, contribuem para a manutenção de ideais de beleza inatingíveis para a maioria das mulheres e ostentam um estilo de vida fútil.

Dito isso, bora pra análise:

A pessoa com o transtorno de personalidade narcisista não se importa em ganhar dinheiro sabendo que está destruindo a vida de milhares (ou até milhões) de pessoas porque, pra ela, o outro nem existe.

Pra ela, o outro é só um meio de ela conseguir o que deseja.

Ela percebe o outro como um OBJETO e, por isso, ela não se importa com o que o outro sente, nem com os problemas que pode lhe causar.

Em outras palavras, a influencer declara o seguinte:

“Eu incentivei e lucrei com um jogo de azar, mas avisei que a pessoa podia perder ou ganhar, que podia viciar, a pessoa jogou porque quis.”

A única coisa que a difere de um traficante de drogas, é que ela está atuando na legalidade.

Mas assim como um traficante, lhe falta CARÁTER.

Além disso, em seus vídeos de publicidade dos jogos online, ela simula ganhar muitas vezes, utilizando uma conta programada pra isso, ou seja: ela MENTE e não se importa em mentir para pessoas menos esclarecidas e necessitadas de recursos financeiros.

Nesse ponto, ela consegue ser pior do que um traficante de drogas.

A NARCISISTA nunca é digna de confiança, pois ela não te vê como um igual, mas apenas como uma fonte de suprimentos

pra quem pode vender gato por lebre e sempre lucrar muito em cima.

E se houver qualquer suspeita do que norteia suas atitudes, ela justifica com a sua grandiosidade:

“Acredito na justiça de Deus.
Não acredito que estou onde
estou à toa. Acredito que não sou
tão abençoada à toa, tenho filhos
maravilhosos, um casamento
maravilhoso, um trabalho que amo.”

É uma “escolhida”, o que justifica com o que possui: poder, dinheiro, família… os desejos buscados pela maioria.

“Ora, se ela é atendida é porque é merecedora e Deus a atende, por que mais deveria de ser?”

Essa constatação da meritocracia – por quem tem os mesmos valores e desejos – reforça ainda mais sua autoridade perante essas pessoas.

Na CPI das Bets, ela se vestiu de forma inadequada e se comportou – assim como alguns políticos – com total desrespeito, deboche, e não com a seriedade que a sessão exigia, já que a CPI tem como objetivo “investigar a influência dos jogos de apostas online no orçamento dos brasileiros e possível associação com organizações criminosas”.

Como se dissesse: “não tenho nada a ver com isso”. Mas tem, e muito.

Fez da ocasião uma oportunidade de marketing e vestiu sua máscara de “meiga lesa”, da “inocente” que não deve nem teme, sem motivos para estar ali.

Uma estratégia muito utilizada por personalidades perversas: performar imaturidade para despertar empatia e gerar presunção de inocência.

Suzane Richthofen

Veste uma máscara diferente conforme lhe convém.

Interpreta o papel que precisa interpretar pra se manter no topo da pirâmide social.

Ostenta uma vida de luxo para gerar desejo nos seus admiradores e levar às compras quem não pode ter essa vida.

Ao menos, um pedacinho dela está ao alcance do povo, seja na forma de um item de maquiagem, ou do hábito de jogar na mesma plataforma.

É assim que a narcisista enriquece: empobrecendo quem a segue e idolatra.

Pois é da natureza da personalidade narcisista sugar e precisar de bajuladores e vítimas para se manter no poder.

Pra manter seu posto de soberana cheia de súditos ela ostenta não apenas a vida perfeita, mas o corpo perfeito e o comportamento perfeito: a imagem da mulher idealizada por homens e mulheres. Seja a musa fitness, a empresária bem sucedida, a mãe de família, a esposa troféu ou a própria deusa Vênus… todas essas IMAGENS.

A NARCISISTA É UM CONJUNTO DE IMAGENS IDEALIZADAS, consideradas perfeitas pelo padrão da sociedade.

Ela é escrava da sua autoimagem, pois é através dela que conquista a validação externa e o suprimento externo, que nunca é o suficiente para ela.

E, quem a segue, é escravo dela.

A sua realização de qualquer tipo não está fora de você e em nenhum modelo de pessoa ou de vida.

Pra que você se autorrealize é fundamental parar de ter os outros como referência e encontrar as suas próprias.

Para assistir a uma aula gratuita sobre como fazer isso, conheça o Programa A.M.A.D.A.

Comentários nas redes sociais:

A mulher VIABILIZADORA: a escrava do servir

Logo na 1ª infância, ela não conseguiu se expressar como precisava, nem exercer sua própria identidade porque não teve o incentivo de seus cuidadores, espaço, nem permissão pra isso.

É perfeccionista pra evitar críticas e uma fazedora compulsiva que não prioriza seu bem-estar e renega sua intuição.

Não se permite sentir prazer com leveza e soltura. Mesmo nos momentos de lazer se sente tensa e ansiosa.

Se nota que vai sair do padrão, é arrebatada por uma fadiga paralisante ou adoece, pra voltar pro ciclo de dar sem receber .

Tô falando de você?

Pra dizer adeus pra esse perfil e se permitir viver com leveza e prosperidade assista à sessão do Programa A.M.A.D.A.

A mulher VÍTIMA: a reclamante sem compromisso

Comprou um monte de cursos e mentorias, nada resolveu, começou várias coisas sem terminar nenhuma delas e seu dinheiro escorreu.

A vítima está apegada à tristeza e à , esse afeto barato que recebe de quem a vê menor.

E tudo isso porque o seu desejo de agradar e receber migalhas se aliou ao seu medo de ser rejeitada e acabar sozinha.

E todo o ciclo de decepções e fracassos se repetem, sem que ela se empodere.

E como sair desse DRAMA?

Entendendo os ganhos que esse papel te dá e encontrando novas formas, mais saudáveis, de sustentar essas demandas.

Te explico tudo na aula do Programa A.M.A.D.A.

Sua “melhor versão” não é sua melhor performance

Você precisa apenas se SENTIR MELHOR.

NADA é mais importante do que como você se sente.

Contudo, você vive se cobrando, pensando que precisa MELHORAR O QUE FAZ, NÃO O QUE SENTE, porque sua MENTE foi colonizada.

Por décadas você ouviu que você tinha que ser melhor do que era, o que significa:

  • buscar reconhecimento familiar e social e não alinhamento com sua essência,
  • reprimir partes suas que não agradaram e comportar-se de forma agradável aos outros,
  • priorizar os resultados, não a sua alegria,
  • melhorar cada vez mais seu desempenho em vez de focar no seu contentamento,
    ter uma alta performance, atingindo conquistas valorizadas pela sociedade (como um trabalho de status, bens, uma família tradicional e um corpo magro e minimamente atlético),
  • conquistar a aprovação de “superiores”,
  • aceitar condições opressoras,
  • buscar o “ter” em detrimento do “ser”, em suma.

O “ser melhor” que te ensinaram não é pra você mas para as demandas do sistema em que você habita.

Enquanto você está focada em atingir o inatingível, em ser melhor a cada dia – como se você já não fosse boa o bastante – quem não segue essa cartilha aproveita seu engajamento nela para te explorar.

Quando a cenoura está na frente do burro, ele continua a carregar a carga e a seguir em frente, sem nem se importar pra onde vai.

O que tanto as religiões quanto as sociedades ditam como ideal e exigem de você é tão contrário à sua própria natureza, que, mesmo que você quisesse, você nunca seria capaz de cumprir.

A estratégia é eficaz.

Basta exigir o contrário à sua natureza, coisas que você nunca irá realizar, que você viverá cheia de culpa, mergulhada em autocondenações, fracassando continuamente… e servindo aos donos do poder como o rato na roda.

Enquanto você trabalha pra enriquecer a empresa, o dono esbanja no Caribe e garante seu bunker.

Enquanto você se esforça pra consumir o que acha imprescindível, não percebe que o que o seu desejo foi vendido e que suas necessidades são outras.

Dentro da sua própria casa o mundo é dividido, com as mulheres sobrecarregadas e os homens superprotegidos…

Mas então, como você sai dessa mentalidade escravista?

Como você para de sentir que nasceu pra ser escrava, servir até se esgotar e performar diversão e relaxamento?

É fundamental se libertar de toda a cobrança e de toda a culpa, desacreditar de que não tem valor ou merecimento – todos temos – permitir-se sentir prazer – porque sem ele sua vida morre – tirar o trabalho do centro da sua vida e seu poder das mãos dos outros, trazendo ele de volta pra você.

Apenas resgatando o seu respeito e amor por si mesma é que você para de obedecer e passa a viver.

Pra derrubar essa mentalidade que te martiriza, sair da roda e criar a sua vida de verdade cheia de CORAGEM, conheça o Programa A.M.A.D.A..