

















E se a sua paixão for aquilo que te torna genial e capaz de transbordar exatamente o que o mundo ao seu redor mais necessita?
Parece um sonho fazer o que pra você é fluído e prazeroso, algo que seria egoísta, mas que por ser uma expressão autêntica dos seus desejos mais profundos acaba por ser abundante e beneficiar o seu entorno?
Em vez de aniquilar ou reprimir os instintos (como propõe a moral cristã), o objetivo é cultivá-los, elevá-los e torná-los forças vitais afirmativas.
Essa é a proposta de Nietzsche que concorda com as ideias contributivas do trabalho ideal de muitas correntes filosóficas, de Rumi à Marx.
O ser humano se enganou quando quis possuir, explorar e dominar sem limites. Isso não trouxe satisfação, muito pelo contrário, levou à destruição de si e da Terra.
A hora agora é de derrubar as barreiras que nos separam da comunhão com a vida.
Escreva LIVRE e concorra a uma sessão pré-diagnóstica de identificação de padrão e paixão.
