Marketing perverso não é modelo pra quem é do bem

Você não precisa seguir todo e qualquer empresário, marketeiro ou líder só por conta dos seus resultados.

O marketing perverso vende quando não tem que vender.
Vende quando é momento de focar no coletivo, não no interesse próprio.

Vende na saúde…

Vende na doença…

Vende até a filha…

O perverso não considera o outro, USA-O.

Não respeita os limites do bom senso, da boa educação…

Se isenta de qualquer responsabilidade, porque lhe falta humanidade…

Por mais que seus resultados sejam cobiçosos…

Vale segui-lo para “ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma”?

Para não se deixar seduzir por esses falsos modelos de abundância, é preciso remover esses padrões que te conectam a pessoas “desalmadas” e descobrir a sua própria fonte, dentro de você.

Está pronta pro seu protagonismo?

O Padrão do Entrelaçamento | Emaranhamento | Self Dependente

Quando você se torna um apêndice do outro

Uma boa narrativa para exemplificar esse padrão é a da Rapunzel.

Rapunzel não era dona do seu desejo, ela era até confusa quanto ao que desejava, de tanto que crescera como uma extensão de sua raptora.

Porque é isso que a parte dominante – seja mãe, madrasta, pai ou qualquer outra que detenha o poder da relação – é para o abduzido: um raptor.

Aquele que detém o poder sobre a vítima no padrão de entrelaçamento executa o pior rapto que se pode executar: o rapto do si mesmo, a despersonalização.

Obrigada a ser “a parte que falta” daquele que lhe trata como peça, a vítima é reduzida a um zumbi, alguém sem noção de si mesmo, do que gosta, do que quer e até mesmo do que sente e necessita.

Mães ou pais narcisistas são experts em tornar um ou mais filhos apenas extensões de si mesmos, em sua estrutura de personalidade fragmentada.

O tipo “engolfador” é o que mais fomenta esse padrão disfuncional nos filhos.

Esse padrão opera em diferentes níveis e graus na vida do indivíduo.

Aparece no filho subdesenvolvido, que não encontrou autonomia no trabalho, nas relações, nas finanças e até no físico, porque “não é autorizado a isso”, a ser um indivíduo.

Mas aparece também naquele que aparenta ser autônomo, mas que está sempre à disposição dos pais, que – no íntimo – espera que os validem, que se sente obrigado a cuidar deles mesmo sem disposição pra isso e muitos outros casos.

A pessoa com esse padrão se sente “drenada” mas nem sempre toma consciência de que são as pessoas que mais lhe deveriam apoiar que lhe sugam.

Podem apresentar uma forte tendência à negação, que atua como defesa para não admitirem que foram roubados da própria vida por quem lhes as deu.

Quem pensou que o filme “Enrolados” (Tangled) tinha esse nome só por causa do romance entre a Rapunzel e o ladrão, estava enganada.
É um dos filmes da Disney muito contributivos ao tema do emaranhamento entre mães e filhas, principalmente.
A cena em que Clif corta o cabelo da Rapunzel revela muito bem quais devem ser as bases de uma relação saudável: sem sugar a energia de ninguém, com respeito mútuo, desinteresse e preservação da alma do indivíduo.
Esse padrão pode ocorrer a vida toda e, se as mulheres-mães não se libertam dele a partir dos primeiros anos da maternidade, facilmente o levam até a terceira idade.
Mas sempre é hora de sair da torre, do isolamento, do encantamento e viver a partir do próprio caminhar.

Como desativar esse padrão?

Primeiramente, atestando a própria falta de vitalidade e perspectiva e a dependência mental-emocional de outra pessoa que se apropriou do seu poder.

Segundo, vivendo o luto do pai, mãe ou cuidador idealizado.

Terceiro, ressignificando sua história e reajustando suas relações, para que você possua as condições necessárias para ser você e crescer.

Para sair dessa prisão e encontrar alegria e sentido na própria vida, clique em AMADA.

Mecanismos de Defesa da MENTE

Nossa mente sempre quer nos proteger, então ela busca nos fazer evitar o que não superamos, bem como tudo o que se mostra desconhecido. Alguns mecanismos de defesa da mente são:

  • NEGAÇÃO: Quando você nega uma verdade, como quando diz “não dá muito dinheiro isso que escolhi fazer”, mesmo você vendo outras pessoas fazerem muito dinheiro com o mesmo trabalho que você
  • DESLOCAMENTO: Descontar sua raiva ou frustração em algo ou alguém menos ameaçador do que o que despertou essa emoção
  • RACIONALIZAÇÃO: Quando você cria justificativas possíveis para algo, mas são justificativas falsas, como quando você explica pra si mesma que “vai comer uns doces porque é a única coisa que te livra da dor de cabeça”, quando, na verdade, você quer comer doces pelo simples prazer que isso te dá, mas que você não se permite sem uma desculpa
  • FORMAÇÃO REATIVA: Quando você se comporta de maneira oposta ao que você está sentindo, como quando você diz que está tudo bem e segura o choro, só pra não se expor para alguém, quando, na verdade, está sentindo tristeza e com vontade de chorar
  • REGRESSÃO: É quando você se comporta igual a uma criança pequena, como quando sai batendo portas, destrói coisas, se joga no chão fazendo birra
  • REPRESSÃO: Quando você reprime seus sentimentos desconfortáveis e os lança para o seu inconsciente. Ocorreu ou ocorre algo com o qual você precisa lidar, mas você não quer e se força a esquecer. Neste caso, pode haver somatização e doença.
  • PROJEÇÃO: Quando você projeta os seus sentimentos no outro, como quando você diz para o outro que ele está sentindo ciúmes de você quando, na verdade, é você que está sentindo ciúmes dele

Nenhum desses mecanismos de defesa te ajudam a solucionar um problema, porque são mecanismos de mentir ou omitir a realidade dos fatos ou dos sentimentos e, longe da verdade, não há consciência nem força para lidar com o que há.

Porém, há um mecanismo de defesa que Freud considerou saudável, que é a SUBLIMAÇÃO. Neste caso, você converte comportamentos inaceitáveis em aceitáveis para a sociedade. Por exemplo, você está muito frustrada na sua relação afetiva e, em vez de deslocar essa frustração para o seu filho, você vai correr, sai à noite para ouvir uma boa música ou para dançar.

Observe-se diariamente, ao final dos seus dias, de quais mecanismos de defesa você fez uso e torne-se uma pessoa mais livre, corajosa e abundante.

Por que relacionamentos desajustados ocorrem ?

* todos temos feridas emocionais que são despertadas na nossa primeira infância, no relacionamento com nossos pais e cuidadores
* essas feridas não curadas são cutucadas nas nossas relações afetivas posteriores, o que nos faz sofrer e reagir sempre com defesa ou ataque ao outro que nos faz sentir a ferida que já temos
* essa reatividade, não cura nossas feridas, pelo contrário, causa a repetição de padrões para estarmos sempre sentindo nossas feridas para que possamos curá-las
* mas, uma vez que tomamos consciência da existência delas, as observamos com atenção, descobrimos o que as mantém, e descobrimos, também, o que as cura
* desse modo, podemos escolher com mais consciência as pessoas com quem vamos conviver, nossas relações e experiências
* não precisamos ficar refém dos padrões de autocura e autoregulação, podemos tomar as rédeas da nossa vida e atuarmos com mais autoamor, para que o outro não precise tocar nas nossas feridas para que a gente as encare, através da dor
O processo de cura sempre se dá de dentro pra fora, através do amor que despertamos em nós, por isso a dor, causada pelo outro, serve apenas para cutucar nossas feridas e gerar em nós o amor que transborda de dentro para nos curar.
Entendendo esse mecanismo, vemos que uma relação saudável pode ser ainda mais curativa do uma relação que faz doer constantemente, porque numa relação saudável, estamos mais confiantes e menos reativos, sabendo que o que vem do outro não tem a intenção de nos machucar.

Ou seja: para melhorar a qualidade das nossas relações, nós precisamos descobrir nossos padrões de medo e desconfiança, desconstruí-los e nos comprometermos a nos aceitarmos e nos amarmos como somos para que sejamos, igualmente, aceitos, valorizados e amados!

O que cozinha lentamente mata igual. A diferença é que você não percebe que está morrendo…

Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada, tranquilamente, uma pequena rã. Um pequeno fogo é aceso embaixo da panela, e a água se esquenta muito lentamente. Se a água se esquenta muito lentamente, a rã não se apercebe de nada! Pouco a pouco a água fica morna e a rã, achando isso bastante agradável, continua a nadar… e a temperatura da água continua subindo…Com o inevitável avanço dos minutos a água se torna mais quente do que a rã poderia apreciar, então ela se sente um pouco cansada, mas, não obstante isso, não se amedronta e continua seu “banho” fatal. Mais alguns minutos e a água está realmente quente. A rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada então suporta e não faz nada. Com o passar do tempo e a subida constante da temperatura a rã acaba simplesmente cozida e morta!

Devemos observar que se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente na água a 50 graus com um golpe de pernas ela teria pulado imediatamente para fora da panela. Isto mostra que, quando uma mudança acontece de um modo suficientemente lento escapa à consciência e não desperta, na maior parte dos casos, reação alguma, oposição alguma, ou mesmo, alguma revolta.

Então, antes de ser cozida sem se aperceber disso, faça uma revisão dos seus aprendizados e da sua mentalidade, para nunca mais entrar na panela das relações insalubres e viver relações de liberdade e amor de verdade.

Não se deixe cozinhar…

O ambiente mental que você cria e habita é que atrai para coexistir com você as pessoas e situações que vibram na mesma sintonia.

Relacionamento durante a pandemia

Recentemente, tivemos uma experiência coletiva de medo, que impactou fortemente as relações de todos: a PANDEMIA!😷

º No início da quarentena, as pessoas, no geral, vivenciavam o chamado F.O.M.O. (Fear of Missing Out – medo de estar perdendo algo), novos amores, novas experiências, novos encontros, o que gerou uma pressa em ter relacionamentos estáveis e monogâmicos.
º E durante a quarentena, surgiu o F.O.D.A. 😅😆🤣 (Fear of Dating Again – medo de se relacionar novamente), pois, confinadas, as pessoas olharam mais pra si mesmas, frearam o imediatismo dos seus desejos, revisaram suas prioridades e um novo olhar para as relações começou a ser despertado. As pessoas ficaram mais seletivas e os encontros presenciais e o afeto passaram a ser mais valorizados.

Essa experiência coletiva intensificou, ainda mais, o entendimento de que uma relação afetiva só vale a pena quando vem pra somar, com confiança e profundidade. 🥰

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