Você se apaixona por psicopatas porque está castrada

Ele é charmoso, confiante, dá nó em pingo d’água e sabe aproveitar a vida como ninguém, como não se apaixonar, não é mesmo?

Você quer tudo isso, quer aprender a viver pelo princípio do prazer sem culpa com quem demonstra ter as chaves que abrem a sua prisão.

A boa notícia, então, é que você não se apaixona por ele em si mas pelo que ele pode te proporcionar: a libertação.

É claro que não é isso o que ele deseja de você, mas isso é o que você busca aprender com ele:

  • como se libertar da culpa
  • como sentir o máximo prazer
  • como relaxar sem preocupação
  • como viver na lei do mínimo esforço
  • como driblar as normas e estruturas e abrir caminho para a sua vontade e para o novo
  • como aproveitar a vida apesar do sofrimento dos outros
  • etc

Embora, no senso comum, psicopatia seja sinônimo de crueldade, na teoria e no espectro não é bem assim.

Psicopatas são perversos, não necessariamente cruéis e perversão não é sinônimo de crueldade na denominação psicanalítica, mas de “desvio do caminho correto”, de falta de respeito às rotas pré-definidas.

E como o certo e o errado são conceitos mutáveis, que evoluem com a Humanidade, ou que se perdem em certas épocas – como quando o radicalismo dominou os Estados – , DESVIAR, é fundamental para sobreviver.

Muita castração te deixa atada, neurótica, sem conseguir gozar, relaxar e honrar seus desejos próprios. Por outro lado, a falta dela faz você invadir os limites alheios e os seus, tornando-a uma pessoa destrutiva.

Para crescer e construir, é necessário trilhar o Caminho do Meio.

A segunda boa notícia, decorrente da primeira é que você não precisa se relacionar afetivamente com um professor no assunto e se quebrar, o que fatalmente acontecerá.

Basta que você se observe com atenção e utilize a sua RACIONALIDADE para identificar em si mesma onde está a sua castração excessiva, contestá-la e abrir caminho pra que você possa viver com mais totalidade e alegria.

Mesmo porque, o psicopata pode até te mostrar o caminho do prazer, mas nunca o da alegria.

É claro que essa sua rebeldia para DESCONSTRUIR seus mecanismos de controle deve vir com a CONSCIÊNCIA, para não fazer mal a si, nem aos outros, e é por isso que eu te convido para o Programa A.M.A.D.A. , onde você irá identificar seus mecanismos de castração e liberá-los com a consciência para que possa viver com muito mais alegria, prazer e realização.

E se a vítima for uma pessoa PERVERSA?

O vitimismo daqueles que reiteradamente causam dor aos outros e se usam do falso papel de vítima para justificar suas ações perversas é facilmente percebido àqueles que observam os fatos.

Como o praticado por Israel contra os palestinos…

Colocam-se como vítimas de terrorismo para empreender uma limpeza étnica com requintes de crueldade.

Ou por Trump contra os imigrantes…

Enjaulando crianças estrangeiras para justificar sua necessidade de violência covarde contra os mais frágeis do sistema capitalista.

Essa é a perversidade escancarada travestida ao mesmo tempo de vítima dos “seres malvados” – que , na verdade, são as minorias – e salvadores de seus iguais – quem detém significativo capital financeiro.

No entanto…

… há outro tipo de perversidade travestida de vítima que passa despercebido perante o olhar da maioria, inclusive dos mais empáticos, que é o desempenhado pelo perverso

MASOQUISTA.

O masoquista é aquele que busca a dor, mesmo que se faça de vítima.

E como pessoas saudáveis não conseguem conceber que possa existir tal comportamento, veem essa pessoa perversa como a vítima que ela não é.

Mas porque alguém buscaria a dor reiteradamente, mesmo após haver tomado consciência de possíveis padrões de repetição em busca da cura de seus traumas?

Porque essa pessoa, diferentemente da vítima real, sente PRAZER no sofrimento e em todo o poder que o papel de vítima lhe dá, ao angariar a atenção, os recursos e a compaixão das pessoas, e, em última instância, em arrastá-las ao limbo.

O MASOQUISMO está ligado à ideia do sofrimento e humilhação.

É quando o sujeito se torna uma “coisa” para ser submetido pelos outros como forma de obter o seu próprio prazer.

Ou seja, é uma busca do prazer por meio de um aparente “desprazer”.

A perversa masoquista assume a posição de dominada, de quem sofre a dor para, assim, sentir prazer.

Ela não quer sair da situação de dor, mas pode simular querer para, ao mesmo tempo, ocultar suas reais intenções, receber a penalização e os recursos dos outros.

Ela quer perpetuar a dor para que continue sentindo prazer através dela.

Por isso se agarra a toda e qualquer oportunidade de permanecer em submissão e dor.

Seja através da reclamação, seja através do comportamento de submissão, seja através do descuido ou do ataque ao próprio corpo, para gerar a dor física.

Como o próprio nome já diz é uma pessoa pervertida, desviada do propósito da vida, de prosperar.

Prefere o prazer mórbido e danoso, que nada contribui a ninguém, muito pelo contrário: contamina aos demais, contribuindo para que se apeguem a iniquidades.

Enquanto o SÁDICO, que promove dor a outrem, pode ser simbolizado como a figura do vampiro, que se compraz em matar; o MASOQUISTA pode ser simbolizado como a figura do zumbi, que se compraz na morte e em tudo o que ela engloba, como a estagnação, a mentira, a toxicidade, etc.

Mas como não ser injusta e julgar errado uma verdadeira vítima de uma pessoa que busca e se compraz na dor?

Observando se ela tem consciência da própria responsabilidade e habilidade para sair do papel de vítima.

Observando se ela busca apoio para sair da situação dolorosa, apresentando avanços significativos, ou se apenas reclama da própria situação sem nada fazer para mudá-la, ou apenas simulando fazer algo para tal.

Para parar de ser vítima de falsas vítimas e se conectar com a vida e com tudo o que ela tem para a sua prosperidade, escreva AMADA.

Marketing perverso não é modelo pra quem é do bem

Você não precisa seguir todo e qualquer empresário, marketeiro ou líder só por conta dos seus resultados.

O marketing perverso vende quando não tem que vender.
Vende quando é momento de focar no coletivo, não no interesse próprio.

Vende na saúde…

Vende na doença…

Vende até a filha…

O perverso não considera o outro, USA-O.

Não respeita os limites do bom senso, da boa educação…

Se isenta de qualquer responsabilidade, porque lhe falta humanidade…

Por mais que seus resultados sejam cobiçosos…

Vale segui-lo para “ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma”?

Para não se deixar seduzir por esses falsos modelos de abundância, é preciso remover esses padrões que te conectam a pessoas “desalmadas” e descobrir a sua própria fonte, dentro de você.

Está pronta pro seu protagonismo?