A fantasia pode nos salvar mas somente se não nos dominar.
A fantasia salva quando dá forma, movimento, cor, estética pra emoção represada no ser.
A fantasia salva quando auxilia a hiperfocar numa performance artística excelente e esquecer todos os aspectos turbulentos da realidade opressora.
Mas a fantasia se torna uma perdição quando supera a consciência por completo e faz o ser delirante se desconectar do próprio corpo: o estandarte maior da realidade.
É assim que a psicose, primeiramente um recurso para continuar a vida, mata.
Para participar de sessões de Cineterapia que vão abordar as causas da divisão psicótica, como a relação emaranhada com a mãe narcisista, como é o caso da Nina, vem pra NARCFLIX ❤️🔥
A sua versão que procura aprovação fora do que te faz bem… A sua versão que não acredita que pode ser feliz sem alguém pra reconhecer sua importância… A sua versão que depende do que é indisponível… A sua versão que busca fazer algo de valor pra ser valorizada… A sua versão ferida.
O NARCISISTA ou a pessoa difícil em sua vida é simplesmente um reflexo do que você precisa curar em você.
E agora que você já sabe o que é, porque essa pessoa te cutucou e te fez sentir onde dói, você pode olhar pra isso, entender como surgiu e curar essa ferida com a sua consciência.
Porque é o entendimento de si mesmo que liberta, não superar o outro.
E pra superar sua versão ferida e abrir espaço para o seu EU autêntico tomar conta do seu processo de cura e da sua felicidade, clique abaixo e reserve sua data.
Ele é charmoso, confiante, dá nó em pingo d’água e sabe aproveitar a vida como ninguém, como não se apaixonar, não é mesmo?
Você quer tudo isso, quer aprender a viver pelo princípio do prazer sem culpa com quem demonstra ter as chaves que abrem a sua prisão.
A boa notícia, então, é que você não se apaixona por ele em si mas pelo que ele pode te proporcionar: a libertação.
É claro que não é isso o que ele deseja de você, mas isso é o que você busca aprender com ele:
como se libertar da culpa
como sentir o máximo prazer
como relaxar sem preocupação
como viver na lei do mínimo esforço
como driblar as normas e estruturas e abrir caminho para a sua vontade e para o novo
como aproveitar a vida apesar do sofrimento dos outros
etc
Embora, no senso comum, psicopatia seja sinônimo de crueldade, na teoria e no espectro não é bem assim.
Psicopatas são perversos, não necessariamente cruéis e perversão não é sinônimo de crueldade na denominação psicanalítica, mas de “desvio do caminho correto”, de falta de respeito às rotas pré-definidas.
E como o certo e o errado são conceitos mutáveis, que evoluem com a Humanidade, ou que se perdem em certas épocas – como quando o radicalismo dominou os Estados – , DESVIAR, é fundamental para sobreviver.
Muita castração te deixa atada, neurótica, sem conseguir gozar, relaxar e honrar seus desejos próprios. Por outro lado, a falta dela faz você invadir os limites alheios e os seus, tornando-a uma pessoa destrutiva.
Para crescer e construir, é necessário trilhar o Caminho do Meio.
A segunda boa notícia, decorrente da primeira é que você não precisa se relacionar afetivamente com um professor no assunto e se quebrar, o que fatalmente acontecerá.
Basta que você se observe com atenção e utilize a sua RACIONALIDADE para identificar em si mesma onde está a sua castração excessiva, contestá-la e abrir caminho pra que você possa viver com mais totalidade e alegria.
Mesmo porque, o psicopata pode até te mostrar o caminho do prazer, mas nunca o da alegria.
É claro que essa sua rebeldia para DESCONSTRUIR seus mecanismos de controle deve vir com a CONSCIÊNCIA, para não fazer mal a si, nem aos outros, e é por isso que eu te convido para o Programa A.M.A.D.A. , onde você irá identificar seus mecanismos de castração e liberá-los com a consciência para que possa viver com muito mais alegria, prazer e realização.
Porque vivemos numa sociedade abusiva, em que a mulher é extremamente reprimida e aquelas que não integram suas sombras tornam-se narcisistas.
Se você observar o ciclo da violência, você verá que a repetição ocorre sempre que algo não se resolve no indivíduo.
Um efeito dominó. De geração pra geração e de cuidadores para filhos.
Quando uma pessoa permanece inconsciente sobre os abusos que sofreu – desde os mais sutis até os mais escancarados -, quando ela não integrou a sua SOMBRA, ela vai PROJETÁ-LA sobre o outro.
Então a mulher que foi violentada irá repetir o padrão e ser violentada pelo cônjuge – mais comumente – e violentar quem é mais frágil nas suas relações: os filhos.
“Cadê o pai dessa criança?”
Há um equívoco, no entanto, no que tange à constatação da grande quantidade de mães narcisistas.
Não que não existe, sim, há. Ainda mais nas gerações das décadas de 40 pra cá. Mas consideramos a pessoa narcisista a pessoa controladora, passivo-agressiva, crítica, humilhadora… A que vai usar o outro para espelhar pra si o que quer ver, seja como bode expiatório, como um personagem fixo, seja como um ser idealizado.
Só o que O NARCISISMO É, TAMBÉM, A AUSÊNCIA, fundamentalmente a EMOCIONAL. Sendo o traço de personalidade “emocionalmente distante” um dos predominantes no perfil.
E, numa sociedade em que os pais são ausentes e as mães são sobrecarregadas, esses pais também são narcísicos, mas em outros aspectos do espectro, com a predominância do egocentrismo e indiferença, especialmente a quem nada lhe serve, no caso, os filhos (principalmente se são pobres, impopulares, não bajuladores, etc).
NARCISISMO É QUANDO O IDEAL DO EGO SUPLANTA O EGO, formando um falso ego, desconectado do SELF, pois o sujeito se considera muito defectível, muito vergonhoso, então ele prefere não olhar para a própria essência e se apega a esse ego idealizado, nesse falso ego que ele cria pra poder sobreviver e se relacionar.
Nos conceitos patriarcais, ninguém é suficiente se não atingir as alturas do poder, do status, da validação externa.
Então, como diminuir a incidência do transtorno narcisista?
Combatendo as ideias e os ideais da sociedade patriarcal, verificando que eles só causam sofrimento e a sua perpetuação.
Para embarcar nessa jornada de desconstrução, assista à vídeo-aula clicando abaixo:
Os filhos de pais narcísicos que não recebem sua projeção, são descartados.
Seja pra serem os filhos perdidos, eternos dependentes, seja pra serem os filhos de ouro, os campeões daquilo que nunca viveram, seja pra serem qualquer personagem obediente às suas necessidades de personalidade fragmentada.
Quem ousa ser inteiro, autêntico sem assumir projeções, vira bode expiatório até ser descartado.
E quando esses filhos desgarrados têm filhos, mas ainda mantém algum contato com seus pais narcísicos, esses ganham a chance de mostrar para os filhos (seus espelhos) o quanto estiveram errados, comprando a afeição dos netos e mostrando o quanto são “amados”…
“Seu filho me ama! Tá vendocomo você estava errada!”
Para roubarem o neto ou neta, esses avós se tornam necessários à filha que, acaba aceitando a ajuda, por ainda desejar o afeto desses pais e por necessidade de apoio mesmo.
“Meus pais não foram presentes/amáveis mas me sinto amada vendo como são com meus filhos.”
E os filhos, não narcísicos, acabam pensando:
“Meu pai/ minha mãe deve ter mudado. Dizem que os avós são mãe/pai com açúcar… A velhice deve ter ajudado. O que importa é que tratam muito bem meu filho… Não foi uma mãe/pai afetuoso mas agora, com o neto é maravilhoso. Isso é o que importa.”
Será mesmo?
Velhice não é maturidade.
Por que confiar em quem provou que é egocêntrico?
As pessoas viram meros objetos nas mãos dos egocêntricos, para serem manipulados, inclusive os próprios filhos e netos…
Esses avós, agora, têm um novo objeto de afeto para investir, que pode, dessa vez, se tornar “perfeito”.
Esse é o ideal narcísico. Eles não veem as pessoas como são, veem suas projeções sobre elas e as crianças são verdadeiras esponjas, absorvendo muito do que os avós, que só lhes agradam, lhes projetam.
Aí mora o perigo… toda essa absorção e confusão de referências.
O que os avós narcísicos desejam é que seus netos os adorem, os idolatrem, os vejam sem defeitos e que façam suas vontades, satisfazendo suas fantasias de grandiosidade.
“Netinho, netinho meu, há alguém no mundo mais adorável do que eu?”
Pra isso, cometem um love bombing sem fim, satisfazendo os desejos das crianças o máximo que podem, evitando lhes dar limites e enfraquecendo a autoridade de seus pais, se para realizar essa proeza.
É desse modo aparentemente generoso, despretensioso, que esses avós mimam os netos, e quando a dependência da ajuda dos avós já está estabelecida, passam a desautorizar os pais, minar a saúde mental dos netos, barganhando seu afeto, contando segredos, diminuindo a confiança dos netos nos próprios pais pois os avós narcísicos desejam ser os maiorais na vida daquele “espelho”…
O que é um perigo para as crianças.
A filha que não se submeteu ameaçou as fantasias de perfeição dos pais, e agora é a hora da vingança, de usar o próprio filho da filha para provar.
“O PROBLEMA É VOCÊ, NUNCA FUI EU, EU SOU MARAVILHOSO. A MAIOR PROVA É QUE O SEU FILHO ME ADORA.”
“Não fala assim com ele, ele é pequenininho pra entender…”
“Vou te dar, mas não conta pra sua mãe.”
“Aqui na minha casa você não briga com meu netinho…”
“Vem aqui com a vovó, seu pai tá muito estressado.”
“Seu pai não te deu? Seu avô te dá.”
“Não precisa contar pros seus pais tudo o que acontece aqui ou eles não vão deixar mais você vir…”
Não, não dá pra esperar consciência de quem não tem consciência nem de si mesmo.
Seus pais narcísicos vão colocar seu filho ou filha contra você se tiverem essa necessidade e de forma sorrateira, sem você e muito menos seu filho – o mais enganado da história – se darem conta disso.
Essa relação vai te enfraquecer como mãe, vai incutir muito mais inseguranças em você do que a maternidade já traz, porque a insegurança é a base da relação com uma pessoa narcísica.
E o elo mais frágil dessa triangulação será o seu filho que está em plena formação, não apenas de conceitos e valores, mas física mesmo, que pode estar sendo prejudicada pelo comportamento controlador dos avós através da estimulação dos vícios.
Você vai ter um filho mais opositivo, menos compreensivo, menos empático! Porque os avós estão ativando continuamente seus mecanismos de recompensa para os controlarem, para os firmarem como seus dependentes.
Você vai ter um filho mais viciado em jogos, telas, doces, compras porque os avós narcísicos não fazem tricô juntos, nem andam de bicicleta, eles viciam as crianças com tudo o que as torna facilmente compráveis.
Esse apoio dos seus pais narcísicos vai custar muito caro. Pode custar sua relação com seu filho, a saúde mental do seu filho ou sua tendência a vícios de todo tipo e fatalmente sua intolerância à frustrações e sua imensa dificuldade em manter constância em atividades que o desenvolvam, porque foi ensinado a ter tudo fácil e a receber tudo de fora em vez de gerar o que precisa.
Não importa se é mãe, pai ou avós, pessoas narcísicas desejam a aprisionar o outro, não o seu bem e a sua autonomia.
Vale mesmo a pena essa proximidade?
Você quer filhos livres e responsáveis ou facilmente seduzidos pelos prazeres e facilidades?
Pessoas narcísicas dão o mundo em troca de você perder a sua alma…
E pais saudáveis desejam filhos fortes.
Se você já está percebendo sinais desse drama na sua vida, ou se já está sofrendo suas consequências desse conflito, escreva AMADA, eu tenho um caminho pra você.
Uma boa narrativa para exemplificar esse padrão é a da Rapunzel.
Rapunzel não era dona do seu desejo, ela era até confusa quanto ao que desejava, de tanto que crescera como uma extensão de sua raptora.
Porque é isso que a parte dominante – seja mãe, madrasta, pai ou qualquer outra que detenha o poder da relação – é para o abduzido: um raptor.
Aquele que detém o poder sobre a vítima no padrão de entrelaçamento executa o pior rapto que se pode executar: o rapto do si mesmo, a despersonalização.
Obrigada a ser “a parte que falta” daquele que lhe trata como peça, a vítima é reduzida a um zumbi, alguém sem noção de si mesmo, do que gosta, do que quer e até mesmo do que sente e necessita.
Mães ou pais narcisistas são experts em tornar um ou mais filhos apenas extensões de si mesmos, em sua estrutura de personalidade fragmentada.
O tipo “engolfador” é o que mais fomenta esse padrão disfuncional nos filhos.
Esse padrão opera em diferentes níveis e graus na vida do indivíduo.
Aparece no filho subdesenvolvido, que não encontrou autonomia no trabalho, nas relações, nas finanças e até no físico, porque “não é autorizado a isso”, a ser um indivíduo.
Mas aparece também naquele que aparenta ser autônomo, mas que está sempre à disposição dos pais, que – no íntimo – espera que os validem, que se sente obrigado a cuidar deles mesmo sem disposição pra isso e muitos outros casos.
A pessoa com esse padrão se sente “drenada” mas nem sempre toma consciência de que são as pessoas que mais lhe deveriam apoiar que lhe sugam.
Podem apresentar uma forte tendência à negação, que atua como defesa para não admitirem que foram roubados da própria vida por quem lhes as deu.
Como desativar esse padrão?
Primeiramente, atestando a própria falta de vitalidade e perspectiva e a dependência mental-emocional de outra pessoa que se apropriou do seu poder.
Segundo, vivendo o luto do pai, mãe ou cuidador idealizado.
Terceiro, ressignificando sua história e reajustando suas relações, para que você possua as condições necessárias para ser você e crescer.
Para sair dessa prisão e encontrar alegria e sentido na própria vida, clique em AMADA.