Nossa mente sempre quer nos proteger, então ela busca nos fazer evitar o que não superamos, bem como tudo o que se mostra desconhecido. Alguns mecanismos de defesa da mente são:
NEGAÇÃO: Quando você nega uma verdade, como quando diz “não dá muito dinheiro isso que escolhi fazer”, mesmo você vendo outras pessoas fazerem muito dinheiro com o mesmo trabalho que você
DESLOCAMENTO: Descontar sua raiva ou frustração em algo ou alguém menos ameaçador do que o que despertou essa emoção
RACIONALIZAÇÃO: Quando você cria justificativas possíveis para algo, mas são justificativas falsas, como quando você explica pra si mesma que “vai comer uns doces porque é a única coisa que te livra da dor de cabeça”, quando, na verdade, você quer comer doces pelo simples prazer que isso te dá, mas que você não se permite sem uma desculpa
FORMAÇÃO REATIVA: Quando você se comporta de maneira oposta ao que você está sentindo, como quando você diz que está tudo bem e segura o choro, só pra não se expor para alguém, quando, na verdade, está sentindo tristeza e com vontade de chorar
REGRESSÃO: É quando você se comporta igual a uma criança pequena, como quando sai batendo portas, destrói coisas, se joga no chão fazendo birra
REPRESSÃO: Quando você reprime seus sentimentos desconfortáveis e os lança para o seu inconsciente. Ocorreu ou ocorre algo com o qual você precisa lidar, mas você não quer e se força a esquecer. Neste caso, pode haver somatização e doença.
PROJEÇÃO: Quando você projeta os seus sentimentos no outro, como quando você diz para o outro que ele está sentindo ciúmes de você quando, na verdade, é você que está sentindo ciúmes dele
Nenhum desses mecanismos de defesa te ajudam a solucionar um problema, porque são mecanismos de mentir ou omitir a realidade dos fatos ou dos sentimentos e, longe da verdade, não há consciência nem força para lidar com o que há.
Porém, há um mecanismo de defesa que Freud considerou saudável, que é a SUBLIMAÇÃO. Neste caso, você converte comportamentos inaceitáveis em aceitáveis para a sociedade. Por exemplo, você está muito frustrada na sua relação afetiva e, em vez de deslocar essa frustração para o seu filho, você vai correr, sai à noite para ouvir uma boa música ou para dançar.
Observe-se diariamente, ao final dos seus dias, de quais mecanismos de defesa você fez uso e torne-se uma pessoa mais livre, corajosa e abundante.
* todos temos feridas emocionais que são despertadas na nossa primeira infância, no relacionamento com nossos pais e cuidadores * essas feridas não curadas são cutucadas nas nossas relações afetivas posteriores, o que nos faz sofrer e reagir sempre com defesa ou ataque ao outro que nos faz sentir a ferida que já temos * essa reatividade, não cura nossas feridas, pelo contrário, causa a repetição de padrões para estarmos sempre sentindo nossas feridas para que possamos curá-las * mas, uma vez que tomamos consciência da existência delas, as observamos com atenção, descobrimos o que as mantém, e descobrimos, também, o que as cura * desse modo, podemos escolher com mais consciência as pessoas com quem vamos conviver, nossas relações e experiências * não precisamos ficar refém dos padrões de autocura e autoregulação, podemos tomar as rédeas da nossa vida e atuarmos com mais autoamor, para que o outro não precise tocar nas nossas feridas para que a gente as encare, através da dor
O processo de cura sempre se dá de dentro pra fora, através do amor que despertamos em nós, por isso a dor, causada pelo outro, serve apenas para cutucar nossas feridas e gerar em nós o amor que transborda de dentro para nos curar. Entendendo esse mecanismo, vemos que uma relação saudável pode ser ainda mais curativa do uma relação que faz doer constantemente, porque numa relação saudável, estamos mais confiantes e menos reativos, sabendo que o que vem do outro não tem a intenção de nos machucar.
Ou seja: para melhorar a qualidade das nossas relações, nós precisamos descobrir nossos padrões de medo e desconfiança, desconstruí-los e nos comprometermos a nos aceitarmos e nos amarmos como somos para que sejamos, igualmente, aceitos, valorizados e amados!
Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada, tranquilamente, uma pequena rã. Um pequeno fogo é aceso embaixo da panela, e a água se esquenta muito lentamente. Se a água se esquenta muito lentamente, a rã não se apercebe de nada! Pouco a pouco a água fica morna e a rã, achando isso bastante agradável, continua a nadar… e a temperatura da água continua subindo…Com o inevitável avanço dos minutos a água se torna mais quente do que a rã poderia apreciar, então ela se sente um pouco cansada, mas, não obstante isso, não se amedronta e continua seu “banho” fatal. Mais alguns minutos e a água está realmente quente. A rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada então suporta e não faz nada. Com o passar do tempo e a subida constante da temperatura a rã acaba simplesmente cozida e morta!
Devemos observar que se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente na água a 50 graus com um golpe de pernas ela teria pulado imediatamente para fora da panela. Isto mostra que, quando uma mudança acontece de um modo suficientemente lento escapa à consciência e não desperta, na maior parte dos casos, reação alguma, oposição alguma, ou mesmo, alguma revolta.
Então, antes de ser cozida sem se aperceber disso, faça uma revisão dos seus aprendizados e da sua mentalidade, para nunca mais entrar na panela das relações insalubres e viver relações de liberdade e amor de verdade.
Não se deixe cozinhar…
O ambiente mental que você cria e habita é que atrai para coexistir com você as pessoas e situações que vibram na mesma sintonia.
Recentemente, tivemos uma experiência coletiva de medo, que impactou fortemente as relações de todos: a PANDEMIA!😷
º No início da quarentena, as pessoas, no geral, vivenciavam o chamado F.O.M.O. (Fear of Missing Out – medo de estar perdendo algo), novos amores, novas experiências, novos encontros, o que gerou uma pressa em ter relacionamentos estáveis e monogâmicos. º E durante a quarentena, surgiu o F.O.D.A. 😅😆🤣 (Fear of Dating Again – medo de se relacionar novamente), pois, confinadas, as pessoas olharam mais pra si mesmas, frearam o imediatismo dos seus desejos, revisaram suas prioridades e um novo olhar para as relações começou a ser despertado. As pessoas ficaram mais seletivas e os encontros presenciais e o afeto passaram a ser mais valorizados.
Essa experiência coletiva intensificou, ainda mais, o entendimento de que uma relação afetiva só vale a pena quando vem pra somar, com confiança e profundidade. 🥰
Faz parte da nossa cultura alimentar, aqui no Brasil, comer pão no café da manhã, e não só, mas também no lanche da tarde, nos intervalos de trabalho, na janta – pra não precisar ter o trabalho de cozinhar ou pra não enjoar da mesma comida do almoço – junto com o almoço e em qualquer ocasião em que se torna mais prático comer pão.
O “pãozinho” é mais fácil de digerir, muitas pessoas o preferem a um prato de comida, mas, não só ele. No nosso país, padarias e lanchonetes estão em quase todas as esquinas. Salgados, sanduíches, bolos e pães perfazem grande parte da alimentação dos brasileiros. Fora a quantidade de produtos farináceos industrializados à venda, como biscoitos, massas, bolos e etc.
Panqueca lowcarb salgada, recheada com muçarela (nesta versão, trocamos a farinha de linhaça pelas sementinhas de papoula)
É muita farinha na nossa alimentação! Mas qual é o grande problema disso? O ganho excessivo de peso e a perda da nossa saúde. Uma alimentação com excesso de carboidratos refinados gera um constante impacto glicêmico no sangue (o carboidrato refinado que comemos vira glicose rapidinho) e o mal disso é que não temos capacidade de queimar essa glicose toda que comemos, nem se fôssemos menos sedentários – se olharmos lá para os nossos antepassados, em 99% da história da humanidade, a farinha nem existia, éramos caçadores-coletores, não fazedores de pão, nem obesos.
A partir dos anos 1950 é que a indústria de alimentação de massa se tornou, notadamente, de MASSA. Tudo pra facilitar a vida cada vez mais corrida do trabalhador do sistema de jornadas de trabalho duplas, triplas e com cada vez menos qualidade de vida. A partir dessa década, paralelamente, difundiu-se uma teoria furada – baseada num único estudo cheio de problemas – de que o que fazia mal para a saúde humana era o consumo de qualquer gordura – não somente a trans – e que carboidratos deveriam ser a base da pirâmide alimentar. Estava montado o circo da nossa tragédia da alimentação moderna.
O que se viu, a partir de então, foi um aumento exponencial do número de pessoas com sobrepeso, obesidade, síndrome metabólica, doenças cardiovasculares e respiratórias, derivadas, direta ou indiretamente, de uma alimentação inadequada.
Outro fator que potencializou esse mal do século XX, foi o excesso de entrecruzamentos e hibrizizações que o grão do trigo sofreu para que se tornasse uma super semente, super produtiva e também super maléfica para nossa saúde, contendo um glútenmuito mais danoso para o nosso sistema e em muito maior quantidade. Se você se der ao trabalho de ler todos os rótulos daquilo que compra no mercado (espero que faça isso), encontrará trigo ou glúten na maioria dos produtos industrializados, inclusive naqueles que não deveriam conter nada de farinha, como as carnes embutidas.
Pra se ter uma ideia da fatalidade que é esse estilo alimentar inadequado, baseado, principalmente, em carboidratos ruins, excessivamente industrializados, o maior fator de risco para a forma grave de covid-19 em pessoas com menos de 60 anos é o sobrepeso e obesidade.
Então, o que eu venho propôr aqui é uma mudança de hábito que vai reduzir e muito sua massa gorda e melhorar a saúde de toda a sua família, bem como diminuir os riscos de doenças a partir da alimentação inadequada: TROQUE O PÃO PELA PANQUECA! E por que pela panqueca? Porque é muito rápido, fácil de fazer, muito mais nutritivo e nada problemático para a sua saúde, como o pão. Assim, você não vai ter desculpa de que um pãozinho é mais rápido, porque o tempo de fazer essa panqueca consome menos tempo do que você consome para passar na padaria vez ou outra, abrir o saco de pão, cortá-lo e recheá-lo. E é um ganho para a sua VIDA! Tem gente que, somente tirando o pãozinho diário, já emagrece, melhora colesterol, triglicérides, diminui a barriga e fica muito mais feliz e disposto.
Panqueca lowcarb salgada recheada com muçarela e mortadela (que deve ser consumida com moderação)
Para fazer para as crianças, você pode usar tapioca como farinha. A tapioca tem um impacto glicêmico maior do que a farinha proteica, mas é menos do que pão, porque não será uma tapioca inteira, e será muito mais saudável, porque estará integrada numa receita saudável. As crianças aqui comem assim. Trago duas versões da panqueca coringa, pra tomar as rédeas da alimentação e resgatar a saúde de uma vez por todas:
PANQUECA DE BANANA
PANQUECA SALGADA
1 banana amassada (prata engorda menos) 1 ou 2 ovos 1 ou 2 colheres (sopa) de farinha de coco ou amêndoas 1 colher (sopa) de requeijão (ou 2 colheres de leite) 1 colher (chá) de farinha de linhaça (opcional) canela ou cacau para polvilhar (opcional)
1 ou 2 ovos 1 ou 2 colheres (sopa) de farinha de coco ou amêndoas 1 colher (sopa) de requeijão (ou 2 colheres de leite) 1 colher (chá) de farinha de linhaça (opcional)
Misture muito bem e despeje numa frigideira untada com manteiga, óleo de coco ou azeite. Vire com o auxílio de uma espátula ou prato para assar do outro lado. Se quiser uma panqueca mais fofinha, pode acrescentar 1 colher (café) de fermento em pó. A panqueca doce também pode ser feita com maçã picadinha, morangos ou frutas vermelhas. A salgada pode ser recheada conforme sua criatividade decidir (e tiver pouco carboidrato): patês, frios, pasta de amendoim, requeijão, manteiga, marguerita, etc
Como eu disse, essas panquecas são coringas numa alimentação de menos carboidratos, porque são gostosas, nutrem e são rápidas de fazer, adequando-se à vida urbana e corrida da maioria das pessoas, mas você não precisa se ater à elas! Pode adquirir novos queridinhos para o seu café da manhã como ovos mexidos, café com creme de leite, vitamina de abacate (ou outra fruta lowcarb) com leite de coco, pão lowcarb, etc. Há muitas opções no meu e-book gratuito aqui!
Outra sugestão para você diminuir seu consumo de pães e diminuir o impacto glicêmico que engorda e adoece, é pedir “lanche no prato e sem pão” sempre que der vontade de comer lanche na rua. Irão preparar o recheio delicioso do seu lanche e servi-lo pra você no prato, pra comer com talheres. É um pequeno passo, mas que dado sempre, te leva ao emagrecimento e à saúde.
Bons hábitos se fazem a partir do esclarecimento e boa vontade das pessoas, e se tornam um movimento, à medida em queatestamos aeficácia deles e comunicamos isso para outras pessoas. É transformando nossa vida pra melhor que transbordamos isso e inspiramos mais pessoas a fazerem o mesmo. De dentro de casa a gente muda o mundo!Envie esse texto pra quem precisa dessa transformação!
Mariana Fernandez – Jornalista e Coach de Alimentação LowCarb
Desde 2015, vivendo uma vida sem glúten, em família, devido ao surgimento da doença celíaca, e desde 2017, vivendo uma vida lowcarb.
Ajudando pessoas e famílias a se empoderarem da própria alimentação, se libertarem dos não alimentos que adoentam e tomarem as rédeas da própria saúde e da saúde dos seus.
Rebelde com causa para uma alimentação mais consciente, mais sustentável e mais liberta!
Tem horas em que a gente não pode fazer nada pelo mundo.
Mas a gente sempre pode fazer pela gente, nem que for sentar no escuro do buraco em que a gente se meteu, e olhar pra essa escuridão atentamente.
Isso a gente sempre pode fazer pela gente: se olhar! E buscar entender como é que a gente foi parar ali.
Veja só, somos um povo sem governo. Temos um desgoverno que deixou que o país se tornasse o epicentro da pandemia no mundo e batesse recorde de mortes, todos os dias. E a gente não pode fazer nada, porque a gente já fez tudo aquilo que a nossa democracia nos permite e estamos trancados dentro de casa. Não podemos nem ir pra rua pra comprar qualquer coisa, muito menos pra protestar pela falta de gestão.
Só que, nesses momentos em que a gente não pode fazer nada, a gente sempre pode fazer alguma coisa onde as nossas mãos alcançam, onde nosso corpo está. E a gente está dentro de casa.
Dentro de casa tem gente que começou a fazer bolo, pra compensar a falta de auxílio emergencial, que o desgoverno não dá. Tem gente que resolveu educar os próprios filhos por ter obtido a certeza de que a escola tradicional não funciona mais (como eu). Tem muita gente que tá há um ano fazendo home office e sambando muito pra manter a sanidade, a boa convivência na clausura e uma rotina sã pra não pirar na cela.
E tem muita gente também, que voltou a cozinhar, que se apropriou da cozinha, porque a saúde se mostrou um bem coletivo, que, se a gente não cuida, a gente fica sem, e coletivamente. A saúde é um bem frágil e que necessita de cuidado diário, como o amor. Cuidar da saúde é um ato de amor.
Café sem açúcar e banana da terra na manteiga e canela
Cozinhar dá preguiça, mais fácil comprar um troço pronto no mercado e dar dinheiro pra indústria da alimentação de massa, que deixa todo mundo com a saúde abalada, obeso, diabético, cheio de colesterol no sangue. Muito mais suscetível a viroses e muito mais frágil pra se recuperar… Tudo tem um preço, até o que parece mais barato, como comer biscoitos e fazer qualquer macarrão pra matar a fome de todo mundo em casa.
A pergunta que eu quero te fazer é a seguinte: vale a pena pagar esse preço de não cuidar da alimentação como ela precisa?
Vale a pena perfazer a alimentação da sua família com tantos alimentos processados, como pão de forma, excesso de farinhas e açúcares?
O maior fator de risco que levou pessoas com menos de 60 anos a desenvolverem a forma grave de covid-19 foi o sobrepeso (IMC acima de 30, segundo dados da ABI-Associação Brasileira de Infectologia).
Fora isso, o alto nível de açúcar no sangue aumentou o risco de intubação e morte em 2X para pacientes com covid-19, mesmo aqueles que não tinham diabetes.(SUNY – Centro Médico da Universidade do Estado de Nova York).
Para se animar a se apropriar da sua alimentação e da sua saúde,entre para o meu grupo no Telegram. É gratuito! Lá você fica sabendo de dicas, receitas e esclarecimentos sobre alimentação saudável para você emagrecer sem passar fome, de uma vez por todas, e ainda resguardar a saúde da sua família!