Grande parte da vida das pessoas foi reduzida não só pelas escalas de trabalho insanas, mas por conta das telas.
Milhões ou até bilhões de pessoas vivem, hoje em dia, reduzidas a um estado de espectadoras, assistindo às telas em torno de 6 horas por dia.
O que significa que durante 1/4 da sua vida você não está vivendo, está só vendo outras pessoas viverem, outras pessoas jogarem, outras pessoas se divertirem, viajarem, etc
Você assiste a jogos de futebol em que milhões de pessoas estão assistindo e apenas 18 pessoas estão jogando. E ainda tem as lutas, programas de tv, vídeos da internet sem fim e tem os streamings, com os filmes e séries. E a mesma coisa de novo: você é somente um espectador.
Se você observar na vida à sua volta você vai ver que em todo lugar as pessoas foram reduzidas de serem ativas, participantes em passivas, receptivas apenas e nada criativas.
Este tipo de vida não pode trazer alegria.
Você não está vivendo, você está evitando viver.
Por isso é que além de recomendar que você evite ao máximo o uso de telas, que reduza ao que é realmente essencial pra você, e esteja com a sua atenção o máximo de tempo onde o seu corpo está, eu quero te propor um novo hábito:
O de escolher melhor os filmes e séries que você assiste porque o seu tempo é precioso, mas, além disso, de INTERAGIR com eles, em vez de apenas consumi-los como qualquer coisa processada que você usa apenas pra amortecer suas emoções ou pra te fazer escapar da vida.
Através da CINETERAPIA.
E pra isso, eu, Marí Fernandez, jornalista, psicoterapeuta e especialista em narrativas televisuais te convido para a NARCFLIX, onde você vai sair da postura consumidora passiva ao assistir seus filmes e séries, aproveitando o papel terapêutico das telenarrativas e se divertir muito mais, numa sala com pessoas como você que não abrem mão de um bom entretenimento, mas que também não abrem mão da vida!