O Padrão Disfuncional da Dependência

“Não sou capaz de viver sem ele(a)”

A dependência pode ocorrer em perfis opostos quanto ao próprio narcisismo, tanto em pessoas grandiosas, que têm necessidade de serem constantemente atendidas, quando em pessoas excessivamente modestas, desacreditadas de sua própria capacidade de se suprir.

Contudo, ambas têm em comum a enorme INSEGURANÇA com a própria solidão e o desespero ao terem que lidar com a FALTA DO OUTRO.

Revelando isso ou não, todo aquele que apresenta a disfuncionalidade da dependência não confia na própria capacidade de lidar com as responsabilidades diárias de maneira competente sem ajuda de outras pessoas.

O que engloba tanto tomar boas decisões, quanto cuidar de si mesma, enfrentar desafios, ou dar conta de tarefas cotidianas mais simples.

Pode operar tanto na pessoa que depende de restaurante ou de um cozinheiro para se alimentar bem, quanto na pessoa que não toma uma decisão sem consultar alguém de confiança, naquela que prefere morar com os pais porque não tem coragem de ser autônoma, ou na que só sossega o coração e a cabeça quando alguém lhe aponta o que fazer.

A sensação de inutilidade e o medo de ficar sem o outro supridor são constantes, o que leva a pessoa que tem esse padrão a ter uma vida reduzida de sentido e realizações e apegada a coisas que não lhe preenchem.

A causa desse padrão está na AUTOESTIMA enfraquecida de quem o apresenta, minada no momento da formação da sua individualidade.

Vale se perguntar:

“O que aconteceu, quando e com quem pra eu passar a acreditar que eu não conseguiria cuidar de mim e da minha vida sem auxílio?”

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