Pais narcísicos “pulam” a filha que não se submeteu e agradam o(a) neto(a).

Será que é porque melhoraram?

Os filhos de pais narcísicos que não recebem sua projeção, são descartados.

Seja pra serem os filhos perdidos, eternos dependentes, seja pra serem os filhos de ouro, os campeões daquilo que nunca viveram, seja pra serem qualquer personagem obediente às suas necessidades de personalidade fragmentada.

Quem ousa ser inteiro, autêntico sem assumir projeções, vira bode expiatório até ser descartado.

E quando esses filhos desgarrados têm filhos, mas ainda mantém algum contato com seus pais narcísicos, esses ganham a chance de mostrar para os filhos (seus espelhos) o quanto estiveram errados, comprando a afeição dos netos e mostrando o quanto são “amados”…

“Seu filho me ama! Tá vendo como você estava errada!”

Para roubarem o neto ou neta, esses avós se tornam necessários à filha que, acaba aceitando a ajuda, por ainda desejar o afeto desses pais e por necessidade de apoio mesmo.

“Meus pais não foram presentes/amáveis mas me sinto amada vendo como são com meus filhos.”

E os filhos, não narcísicos, acabam pensando:

“Meu pai/ minha mãe deve ter mudado. Dizem que os avós são mãe/pai com açúcar… A velhice deve ter ajudado. O que importa é que tratam muito bem meu filho… Não foi uma mãe/pai afetuoso mas agora, com o neto é maravilhoso. Isso é o que importa.”

Será mesmo?

Velhice não é maturidade.

Por que confiar em quem provou que é egocêntrico?

As pessoas viram meros objetos nas mãos dos egocêntricos, para serem manipulados, inclusive os próprios filhos e netos…

Esses avós, agora, têm um novo objeto de afeto para investir, que pode, dessa vez, se tornar “perfeito”.

Esse é o ideal narcísico. Eles não veem as pessoas como são, veem suas projeções sobre elas e as crianças são verdadeiras esponjas, absorvendo muito do que os avós, que só lhes agradam, lhes projetam.

Aí mora o perigo… toda essa absorção e confusão de referências.

O que os avós narcísicos desejam é que seus netos os adorem, os idolatrem, os vejam sem defeitos e que façam suas vontades, satisfazendo suas fantasias de grandiosidade.

“Netinho, netinho meu, há alguém no mundo mais adorável do que eu?”

Pra isso, cometem um love bombing sem fim, satisfazendo os desejos das crianças o máximo que podem, evitando lhes dar limites e enfraquecendo a autoridade de seus pais, se para realizar essa proeza.

É desse modo aparentemente generoso, despretensioso, que esses avós mimam os netos, e quando a dependência da ajuda dos avós já está estabelecida, passam a desautorizar os pais, minar a saúde mental dos netos, barganhando seu afeto, contando segredos, diminuindo a confiança dos netos nos próprios pais pois os avós narcísicos desejam ser os maiorais na vida daquele “espelho”

O que é um perigo para as crianças.

A filha que não se submeteu ameaçou as fantasias de perfeição dos pais, e agora é a hora da vingança, de usar o próprio filho da filha para provar.

“O PROBLEMA É VOCÊ, NUNCA FUI EU, EU SOU MARAVILHOSO. A MAIOR PROVA É QUE O SEU FILHO ME ADORA.”

“Não fala assim com ele, ele é pequenininho pra entender…”

“Vou te dar, mas não conta pra sua mãe.”

“Aqui na minha casa você não briga com meu netinho…”

“Vem aqui com a vovó, seu pai tá muito estressado.”

“Seu pai não te deu? Seu avô te dá.”

“Não precisa contar pros seus pais tudo o que acontece aqui ou eles não vão deixar mais você vir…”

Não, não dá pra esperar consciência de quem não tem consciência nem de si mesmo.

Seus pais narcísicos vão colocar seu filho ou filha contra você se tiverem essa necessidade e de forma sorrateira, sem você e muito menos seu filho – o mais enganado da história – se darem conta disso.

Essa relação vai te enfraquecer como mãe, vai incutir muito mais inseguranças em você do que a maternidade já traz, porque a insegurança é a base da relação com uma pessoa narcísica.

E o elo mais frágil dessa triangulação será o seu filho que está em plena formação, não apenas de conceitos e valores, mas física mesmo, que pode estar sendo prejudicada pelo comportamento controlador dos avós através da estimulação dos vícios.

Você vai ter um filho mais opositivo, menos compreensivo, menos empático! Porque os avós estão ativando continuamente seus mecanismos de recompensa para os controlarem, para os firmarem como seus dependentes.

Você vai ter um filho mais viciado em jogos, telas, doces, compras porque os avós narcísicos não fazem tricô juntos, nem andam de bicicleta, eles viciam as crianças com tudo o que as torna facilmente compráveis.

Esse apoio dos seus pais narcísicos vai custar muito caro. Pode custar sua relação com seu filho, a saúde mental do seu filho ou sua tendência a vícios de todo tipo e fatalmente sua intolerância à frustrações e sua imensa dificuldade em manter constância em atividades que o desenvolvam, porque foi ensinado a ter tudo fácil e a receber tudo de fora em vez de gerar o que precisa.

Não importa se é mãe, pai ou avós, pessoas narcísicas desejam a aprisionar o outro, não o seu bem e a sua autonomia.

Vale mesmo a pena essa proximidade?

Você quer filhos livres e responsáveis ou facilmente seduzidos pelos prazeres e facilidades?

Pessoas narcísicas dão o mundo em troca de você perder a sua alma

E pais saudáveis desejam filhos fortes.

Se você já está percebendo sinais desse drama na sua vida, ou se já está sofrendo suas consequências desse conflito, escreva AMADA, eu tenho um caminho pra você.

Marketing perverso não é modelo pra quem é do bem

Você não precisa seguir todo e qualquer empresário, marketeiro ou líder só por conta dos seus resultados.

O marketing perverso vende quando não tem que vender.
Vende quando é momento de focar no coletivo, não no interesse próprio.

Vende na saúde…

Vende na doença…

Vende até a filha…

O perverso não considera o outro, USA-O.

Não respeita os limites do bom senso, da boa educação…

Se isenta de qualquer responsabilidade, porque lhe falta humanidade…

Por mais que seus resultados sejam cobiçosos…

Vale segui-lo para “ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma”?

Para não se deixar seduzir por esses falsos modelos de abundância, é preciso remover esses padrões que te conectam a pessoas “desalmadas” e descobrir a sua própria fonte, dentro de você.

Está pronta pro seu protagonismo?

Pessoas felizes não se apaixonam…

não idolatram, não se iludem com fantasias, nem tampouco se deprimem, ou se tornam ansiosas.

Pessoas felizes são perigosas… porque não desejam nada além de serem quem são e, ao não precisarem de nada, não obedecem.

São felizes e fortes em si mesmas.

Pessoas felizes se entusiasmam, sim. Porque o entusiasmo vem de uma conexão real com o próprio ser. É o amor fluindo de si pra fora e recebendo tanto quando se dá.

E esse fenômeno, de ser feliz, de ser autêntico, de ser livre, de se animar perante a vida constantemente, só é possível através da CONSCIÊNCIA.

Pessoas conscientes estabelecem relações recíprocas, porque já expurgaram suas mágoas, reconheceram suas ilusões de falta e descobriram em si uma fonte plena, da qual jorra o que compartilham.

E quem diz que ser consciente é difícil é porque quer ser o pedágio da sua iluminação.

Consciência não é difícil. Não é se iluminar por inteiro, não é pagar todos os pecados que você acha que cometeu, não é obter todo o conhecimento do mundo. Essas ideias são todas narcísicas, baseadas em uma visão de mundo dividida.

Ser consciente não é praticar meditação, jejuar, praticar mortificações voluntárias, saber todas as escrituras, dominar todas as línguas.

Práticas sem presença são apenas meios de performar e seduzir.

Ser consciente é apenas Ser, no presente. Observar a própria mente se agitando sem se identificar, observar o mundo afora um caos mantendo a própria paz. Escolher com o que se conectar.

Ser consciente é se tornar um observador. É criar um espaçotempo entre o que acontece e como eu lido com isso, ou não. É não julgar, apenas testemunhar.

Isso é possível sempre?

Claro que não.

O presente nos escapa, o único tempo onde a felicidade está.

Identificamo-nos com isso e aquilo e puff, nos perdemos de nós mesmos. Identificamo-nos com as ilusões da mente… que se trata apenas de uma simulação com base no passado conhecido, e, assim, derrotamos nossas chances de viver.

Entretanto, ser consciente é mais possível por mais presentes se você desconstrói a sua mente e o personagem infeliz que você moldou para sobreviver até aqui.

Você não é a sua mente.

Você não é seu personagem.

Você é o observador e criador de si mesmo e, portanto, pode desconstruir tudo o que não te permite crescer e ser feliz.

Pessoas felizes são perigosas…

Elas não podem ser submetidas.

Descobriram tudo em si mesmas e, por isso, são abundantes.

Tá pronta pra ser um perigo?

Você não SOFRE pela DOR que passou…

você sofre pela HISTÓRIA que contou sobre ela.

E a história só gera sofrimento porque ela não é totalmente verdadeira.

Se a história que te traz sofrimento é da sua infância, você pode ter mentido para não se desapegar de quem te feriu, porque a sua sobrevivência dependia do seu apego.

O apego é necessário para a sobrevivência até que o ser humano se torne autônomo em todos os aspectos: fisicamente, emocionalmente, mentalmente e espiritualmente.

Da mesma forma que o filhote de passarinho dificilmente sobrevive se cair do ninho e os mamíferos não sobrevivem se não mamam, o ser humano, até a vida adulta, não sobrevive se não se agarra em outros seres humanos – dos quais vai se desprendendo conforme vai se tornando capaz.

Então, você pode ter mentido pra si mesmo de que você não tinha o olhar atento e o tempo de qualidade dos seus pais porque você ainda não era “boa o bastante” para receber esse cuidado e não porque eles não tinham essa disponibilidade afetiva.

João e Maria reencontram o pai

Embora a mentira de que “a culpa foi sua” por não receber o cuidado devido tenha lhe ajudado a se manter apegada a eles e sobreviver lá atrás, hoje em dia – e porque você tem uma racionalidade que questiona isso – ela apenas lhe causa sofrimento.

Então, o primeiro passo para erradicar o sofrimento, é descobrir a verdade por trás das histórias da infância e adolescência que martirizam; e lidar com toda a dor reprimida que virá à tona após a revelação.

E tão importante quanto essa revisão das histórias de quando ainda precisávamos do apego a qualquer custo, é fazermos uma revisão das histórias da vida adulta, reeditadas sobre as mesmas bases do autoengano .

Em vez de contar que foi “usada e abusada” por alguém sem qualquer responsabilidade sua, você vai reconhecer que por você acreditar que precisava “ser útil para ser amada”, você se permitiu ser usada na esperança de ser recompensada com o amor de quem não sabe o que é amar.

Recontar suas histórias à luz da sua própria consciência, reconhecendo a responsabilidade de cada envolvido, e se desapegando do drama é o que vai te liberar do passado para ser feliz no agora.

O que traz sofrimento não é o passado, é o apego.
E nada melhor do que a verdade para soltar e fluir.

Está pronta para deixar seu sofrimento ir embora e poder ser feliz?

Não existe excesso de EMPATIA, existe excesso de FERIDAS

crianças no genocídio em Gaza / 2025

Empatia não é sofrer pelo outro, muito menos sofrer pelo que o outro está passando e não fazer nada para ajudar a mudar sua situação de dor, nem mesmo fazer demais pelo outro, tomando pra si o que compete a ele.

TUDO ISSO É SÓ O SEU EGO FERIDO EM OPERAÇÃO.

Então, o que é empatia e o que é esse sofrimento que você sente ao perceber o sofrimento do outro?

três tipos de empatia:

  • A mais básica é a cognitiva, a capacidade de compreender o outro.
  • Num nível mais profundo há a emocional, capacidade de sentir pelo outro.
  • E, no terceiro nível, há a empatia compassiva, aquela que busca agir para aliviar a dor do outro.

Portanto, a empatia, por si só, não gera sofrimento, mas mais compreensão do outro e conexão com o outro.

SE, então, ao olhar para o outro você entender e sentir a dor dele e sofrer junto com ele, não é por excesso de empatia que o seu sofrimento ocorre, é porque sua identificação com o outro disparou um gatilho que te fez sentir as suas próprias feridas não curadas.

Quando você se importa de verdade a respeito de uma situação de dor, você FAZ ALGO para aliviá-la, sem tomar para si o que é responsabilidade do outro.

Flotilla a caminho de Gaza

Como, por exemplo, quando você cuida de uma pessoa doente enquanto ela ainda não pode cuidar de si mesma.

Se você sofre junto com o outro mas não faz nada para ajudar o outro, você está sofrendo apenas pela sua própria ferida que foi afetada pela sua identificação com o outro.

Você está sofrendo por algo que ocorreu no seu passado e do qual você ainda não se conscientizou.]

Se, por outro lado, você sofre junto com o outro mas faz demais para livrá-lo de seu sofrimento, invadindo sua autonomia, quem está no comando é o seu ego ferido, é o seu Complexo de Salvadora (que deseja gratidão ou reconhecimento por essa “caridade” em excesso).

Como o pai ou responsável que não permitiu que o filho adquirisse autorresponsabilidade suficiente porque o controlou demasiadamente afim de se realizar através do filho.

Empatia demais não existe, assim como amar demais não existe.

Só “ama demais” quem está ferido demais. Só se doa demais para o outro quem tem interesse em controlar o outro.

Quem sofre ao se doar para o outro é porque está esperando algo do outro. Não é um comportamento desinteressado. Não é amor.

Mas eu sofro até por desconhecidos, por pessoas em situação de rua, pelo genocídio! Por me sentir de mãos atadas para aliviar o sofrimento dessa gente!

Faça o que você pode para ajudar, sem se prejudicar. Sempre vai doer para quem se importa, porque a dor é inerente à vida e há dor no coração de quem sente.

Mas toda dor passa e o sofrimento é sempre opcional: na opção de se apegar ao próprio desejo.

Você não irá sofrer se tiver a consciência tranquila de que fez tudo o que podia para ajudar ao seu próximo.

VOCÊ SÓ É RESPONSÁVEL POR AQUILO QUE ESTÁ DIRETAMENTE AO ALCANCE DO SEU PODER DE AÇÃO.

Por isso a culpa é vaidade do ego e o sofrimento é inalienável.

Hipersensibilidade ao outro é necessidade de curar a si mesma.

Clique abaixo para trilhar um caminho de cura.

O Padrão do Autossacrifício

Quando você alimenta a dependência enquanto se distrai da sua dor

Você sabe o que é o sacrifício?

Responder a isso é prioritário para entender o que é o autossacrifício.

Sacrifício (do Latim Sacrificium, literalmente “feito sagrado“), também conhecido como imolação, oblação, oferenda ou oferta, é a prática de oferecer aos deuses, na qualidade de alimento, a vida (designada como “vítima“) de animais, humanos, colheitas e plantações, como ato de propiciação ou culto. O termo é usado também metaforicamente para descrever atos de altruísmo, abnegação e renúncia em favor de outrem.

Ou seja, o sacrifício está ligado a um entendimento primitivo do que é sagrado: sofrer em favor de outro alguém, seja esse alguém uma divindade ou um simples mortal.

Mas quem se beneficia com o sofrimento do outro?

O sacrifício é benéfico a quem?

A verdade é que ninguém se beneficia do sacrifício.

Porque quando a pessoa está sofrendo, tudo o que ela está ofertando é dor, não amor.

Quem recebe o sacrifício de alguém é impedido de desenvolver sua autonomia ou de ter de lidar com a falta do seu prazer – que é o verdadeiro benefício.

“Mas, Mari, a maioria das mães se sacrificam por seus filhos!”

É verdade. Por isso é urgente que a gente encontre nossas feridas e as trate, em vez de darmos do que nos falta aos nossos filhos.

Como você se sentiu recebendo da sua mãe o que ela se esforçava pra te dar? Piedosa e até fidelizada a esse sofrimento, aposto.

O sacrifício não está em se doar, mas em sofrer ao se doar, e, embora a dor seja inevitável, o sofrimento é sempre opcional.

Então como desativar esse padrão do AUTOSSACRIFÍCIO?

Primeiramente, entendendo sua base: a crença de que o seu sacrifício agrada a quem você ama.

Depois, entendendo quais acontecimentos da sua vida te

levaram a crer nisso.

Foi apenas o exemplo materno, ou te pediram, mesmo que indiretamente, pra abrir mão da sua essência?

E, terceiro, contestando a toda essa mentalidade que te faz viver atendendo às demandas dos outros, impedindo-os de lidarem com elas com autonomia e sabotando o seu próprio desenvolvimento e capacidade de, verdadeiramente, auxiliar outras pessoas: com AMOR, sem sofrimento.

Para fazer isso com a minha orientação e método, clique em AMADA.